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sábado, 26 de maio de 2012

Aids, a grande trapaça.



HIV não causa Aids. HIV não causa nada. Uma declaração cambaleante dado o exagero e aceitação pelo estabelecimento científico e, através deles pelo público, de que o vírus HIV é a única causa da Aids. O HIV é um vírus fraco e não afeta o sistema imunológico. E a Aids não é transmitida sexualmente. Há dois tipos principais de vírus. Usando a analogia do avião, você poderia chamar um destes vírus de "piloto". Ele pode mudar a natureza de uma célula e deixá-la doente. Isto normalmente acontece muito depressa depois que ele a infecta. E então há o vírus "passageiro" que vive fora da célula, entra pra dar uma volta, mas nunca afeta a célula ao ponto de causar doenças.



O HIV é um vírus passageiro!



Então como diabos ele conseguiu o título de vírus mais ameaçador do mundo? A pessoa que anunciou que o HIV causava Aids foi um americano, o Doutor Robert Gallo. Desde então ele tem sido acusado de má-conduta profissional, o seu teste foi exposto como fraudulento, e dois dos executivos do seu laboratório foram considerados culpados de infrações criminais. Dezenas de milhares de pessoas fazem testes para anticorpos de HIV todos os anos e Dr Gallo, que patenteou o seu "teste", ganha royalty por cada um deles. Luc Montagnier, o sócio de Gallo na teoria HIV-causa-Aids, admitiu em 1989: "O HIV não é capaz de causar a destruição do sistema imunológico que é visto em pessoas com Aids". Quase 500 cientistas ao redor mundo concordam com ele. Assim como o Dr. Robert E Wilner, autor do livro "A Decepção Mortal. A Prova de que Sexo e HIV não Causam Aids".



O Dr. Wilner até mesmo injetou o vírus HIV em si mesmo em um programa de televisão na Espanha para apoiar as suas reivindicações. Outros doutores e autores chegaram às mesmas conclusões, entre eles Peter Duesberg PhD e John Yiamouyiannis PhD, no livro deles, "Aids: A Boa Notícia é que o HIV não Causa essa doença. A Notícia Ruim é que "Drogas Recreativas" e Tratamentos Médicos Como o AZT Causam". Este é um título longo, mas resume a situação. Pessoas estão morrendo de Aids por causa dos tratamentos usados para "tratar" a Aids! Isso funciona assim: agora é aceito pelo estabelecimento e pelas pessoas que o HIV causa Aids, o sistema construiu este mito em cima do seu diagnóstico e "tratamento". Você vai para o doutor e lhe dizem que seu teste de HIV deu positivo (positivo somente para os anticorpos do HIV, na verdade eles não fazem o teste para o próprio vírus). por causa da propaganda, muitas pessoas já começam a morrer emocionalmente e mentalmente quando lhes dizem que eles são HIV-positivos. Eles foram condicionados a acreditar que a morte é inevitável.



O medo da morte os leva a aceitar, freqüentemente até exigir, os altamente exagerados "tratamentos" que supostamente vão parar a manifestação da Aids. (Mas eles não vão.) O mais famoso é o AZT, produzido pela organização Wellcome, possuída pelos... espere por isto, Rockefellers, uma das principais famílias manipuladoras na Nova Ordem Mundial (NWO).



O AZT foi desenvolvido como uma droga anti-câncer para ser usada em quimioterapia, mas foi considerado muito tóxico até mesmo para isso! O efeito do AZT no "tratamento" do câncer foi o de matar células - simplesmente isso - não só matar células cancerosas, mas também células saudáveis. A questão seguinte (e isto é aceito até mesmo pelo estabelecimento médico), era: o AZT mataria as células cancerosas antes que tivesse matado tantas células saudáveis que matasse o corpo? Esta é a droga usada para "tratar" o HIV. Qual é o seu efeito?

Ele destrói o sistema imunológico, CAUSANDO assim a Aids. As pessoas estão morrendo do tratamento, não do HIV. Aids é simplesmente o colapso do sistema imunológico para o qual há infinitas causas, nenhuma delas é sexualmente transmissível. Essa é outra trapaça que tem rendido uma fortuna para os fabricantes de preservativos e criado um medo enorme ao redor da expressão de nossa sexualidade e da liberação e expansão de nossa força criativa.



O que tem acontecido desde A Grande Trapaça é que agora qualquer um que morre por causa de uma fraqueza no sistema imunológico é dito ter morrido do abrangente termo, Aids. Isso é até mesmo posto no diagnóstico. Se você é HIV positivo e morre de tuberculose, pneumonia, ou 25 outras doenças não relacionadas, agora conectadas pelos Trapaceiros à "Aids", você é diagnosticado como tendo morrido de Aids. Se você não é HIV positivo e morre de um dessas doenças, você é diagnosticado como tendo morrido dessa doença, não Aids. Isso manipula o quadro diariamente para indicar que só HIV-positivos morrem de Aids.


Isso é uma mentira.


Muitas pessoas que morrem de Aids não são HIV-positivos, e a razão para que o número das mortes causadas pela Aids não tenham subido às nuvens como o predito, é que a grande maioria das pessoas diagnosticadas HIV-positivas nunca desenvolveram Aids. Por que?



Porque o HIV não tem nada a ver com a Aids.



Qualquer coisa que destrói o sistema imunológico causa Aids, e isso inclui as chamadas drogas recreativas. A vasta maioria das mortes nos Estados Unidos envolvem homossexuais, e isto perpetua o mito de que a Aids tem algo a ver com sexo. Mas os homossexuais no EUA estão entre os maiores usuários das drogas que doutores genuínos têm ligado à Aids. Prostitutas que freqüentemente tomam drogas pegam Aids, prostitutas que invariavelmente não tomam drogas não adquirem Aids. A elevação da Aids nos Estados Unidos corresponde perfeitamente com o aumento no uso de drogas - a maioria das quais são disponibilizadas às pessoas nas ruas através de elementos dentro do Governo dos EUA, incluindo Bill Clinton e George Bush. Na África, o colapso do sistema imunológico, agora conhecido como Aids, é causado por falta de boa comida, de água limpa e pelos efeitos gerais da pobreza. Hemofílicos não morrem por causa de sangue infectado com HIV, eles morrem, da mesma forma que eles faziam antes da fraude Aids, de um erro no próprio sistema imunológico deles. O sistema imunológico deles ataca proteínas externas no sangue infundido, e em raras ocasiões ele pode ficar confuso durante esse processo e atacar a si mesmo. O sistema imunológico deles, em efeito, comete suicídio. O HIV é irrelevante pra isso. Contudo quantas pessoas que hoje foram diagnosticadas HIV-positivas estão tendo as suas vidas destruídas pelo medo de que os sintomas da Aids começarão a qualquer momento?



O AZT é o assassino. Não há um único caso do AZT revertendo os sintomas da Aids. Como poderia? Ele os está causando, pelo amor de Deus.



A indústria da Aids vale agora bilhões de libras por ano e faz uma fortuna inimaginável para a indústria de drogas controlada pelos Rockefellers e pelo resto da Elite Global.

“A AIDS não é doença infecciosa”




Entrevista com Dr. Roberto Giraldo,


Presidente do Grupo para a Reavaliação Científica da AIDS



A AIDS (sigla em inglês da síndrome da imunodeficiência adquirida) não é uma doença infecciosa; não é causada por vírus e não se transmite por via sexual. Admitir a existência de um vírus – que até o momento não foi possível isolar – como origem da AIDS é negar as verdadeiras causas de uma infinidade de sintomas e patologias que a indústria médica decidiu chamar de AIDS, como são as enfermidades da pobreza e o enfraquecimento do sistema imunológico da raça humana. Admitir isso é questionar não só a origem de uma doença, como também grande parte dos problemas sanitários mundiais. A solução para a grande maioria desses problemas não depende de novos medicamentos e vacinas, mas de uma política justa, ética e solidária, hoje inexistente. Em linhas gerais, essas foram as conclusões apresentadas pelos cientistas dissidentes da versão oficial da AIDS no Encontro Internacional para a Reavaliação Científica da AIDS, organizado pela Asociación de Medicinas Complementarias, ocorrido em Barcelona, na Espanha, no mês de julho de 2002. O encontro, ignorado completamente pelos meios de comunicação, aconteceu paralelamente à Conferência Internacional da AIDS, patrocinada fundamentalmente pelas indústrias farmacêuticas. Como era de se esperar, as conclusões da Conferência sugeriram a promoção de novos medicamentos – e colossais investimentos para a pesquisa de uma hipotética vacina – como o único tratamento para as mais de seis milhões de pessoas afetadas.



O Doutor Roberto Giraldo, ex-catedrático de Imunologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Antióquia, na Colômbia, e presidente do Grupo para a Reavaliação Científica da Hipótese do HIV-AIDS, denunciou uma vez mais, e com coragem, como o complô entre governos e indústrias farmacêuticas está pondo em perigo a sobrevivência do ser humano, com suas ações equivocadas, inverossímeis e terrivelmente mortais. Atualmente trabalha no Laboratório de Diagnóstico Molecular do New York Hospital Cornell Medical Center, de Nova Iorque. Ayda Ardila, da equipe de redação do boletim da Associação VIDA SANA de Barcelona, Espanha, entrevistou Dr. Roberto Giraldo.



Dr. Roberto Giraldo, o que é a AIDS?

É o estado máximo de degeneração a que um ser humano pode chegar. Antes da AIDS havia muitas doenças e muitas condições que indicavam que os tecidos, órgãos e sistemas do corpo humano estavam se deteriorando, mas com a AIDS falamos de um colapso de todos os sistemas e não somente do imunológico. É um sinal de alerta que nos indica que, pela primeira vez na história da humanidade, nossa espécie corre perigo de extinção.

Quais são as manifestações clínicas da AIDS?

Nem todo aquele que apresenta reação positiva nos exames do HIV (Human Immunodeficiency Virus) tem AIDS. Uma pessoa tem AIDS quando está doente, quando já tem as manifestações ou sintomas de que seu sistema imunológico está em colapso e muitos de seus órgãos estão sofrendo as conseqüências do estresse devido a tóxicos. O sistema imunológico nos defende de infecções, de tumores e coordena todos os órgãos e funções do corpo humano. Ocorrendo a falência desse sistema, o indivíduo é vítima de inúmeras infecções que atentam contra sua vida, como pneumonia, toxoplasmose, criptococose e candidíase. Aparecem tumores, como o sarcoma de Kaposi, que é um tumor de vasos sanguíneos que começa na pele e penetra nos pulmões, fígado e vias digestivas. Não podendo o sistema imunológico controlar todos os órgãos do corpo, o indivíduo sofre demência, enfraquece, perde a visão, envelhece, tem diarréia... Mas cuidado: nem todo aquele que padece de alguma dessas infecções tem AIDS. Para que haja AIDS, é preciso que ocorram muitas infecções ao mesmo tempo.



E quanto à transmissão sexual?

A AIDS não é uma infecção. Portanto, não se adquire mantendo relações sexuais com outra pessoa. Trata-se de uma doença tóxica e nutricional. Aconselho àqueles que padecem de AIDS a se informarem bem, pois existem dois lados na história da AIDS. Há o lado dos pesquisadores e defensores do HIV como sendo a causa da AIDS e há outro grupo de pesquisadores, jornalistas e ativistas de todo o mundo, além de gente comum, que acreditam, com base nos argumentos científicos disponíveis, que a AIDS não é uma doença infecciosa, não é causada por vírus, nem se transmite sexualmente.



E o sexo seguro?

Não há nenhum inconveniente em manter relações sexuais com uma pessoa portadora do HIV, porque não há nada a ser transmitido. O que é grave é fazer sexo com uma pessoa e usar drogas, porque isso vai deteriorar o sistema imunológico. O mito da transmissão sexual é tão difundido, que existem seis bilhões de pessoas no planeta que acreditam nisso e têm pânico de sexo! É preciso recuperar a vida sexual como uma das atividades fundamentais do ser humano, porque esse mito está criando problemas para as gerações futuras.



Não se deve esquecer do uso do preservativo...

Deve-se usar o preservativo para a finalidade que sempre teve: evitar a gravidez e o contato com o sêmen, pois está demonstrado que, quando se está doente, o sêmen é um agente biológico que reduz as defesas. O uso da “camisinha” evita a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis como a sífilis, a gonorréia... O preservativo não serve para evitar o contágio de um vírus que não existe!



E quanto à transmissão por transfusão de sangue, uso de seringas ou pela mãe ao feto?

Há uma crença generalizada de que a doença é causada pelo HIV. Mas nada disso foi comprovado cientificamente e trata-se somente de um mito. Ao fornecerem gratuitamente seringas aos usuários de drogas, os governos estão não só promovendo a toxicomania, como também aumentando o tráfico. É preciso dizer a verdade aos usuários de drogas: está comprovado cientificamente que o uso de drogas por longos períodos destrói o sistema imunológico e provoca AIDS.



Qual é, então, a causa da AIDS?

Na verdade há cinco agentes ou tóxicos que deterioram o sistema imunológico e causam AIDS.



agentes de origem química: drogas, contaminação ambiental, antibióticos, detergentes...;

agentes físicos: o ruído, viver em grandes alturas ou em grandes profundidades, o campo eletromagnético a que estamos submetidos pela criação cada vez mais freqüente de aparelhos elétricos, geradores de pequenas radiações, que, com o tempo, vão minando o sistema imunológico;

agentes biológicos: tudo aquilo que entra no corpo com vida, como o sangue, as vacinas, o sêmen...;

agentes mentais: a própria histeria de pânico à AIDS está criando estresse — de fato, há pessoas que fazem os exames todos os meses até sair positivo, pois está comprovado que o estresse produz grande aumento de anticorpos poliespecíficos no sangue, os quais provocam uma reação positiva nos exames, mesmo não havendo nenhuma infecção — a ansiedade, a depressão, viver negativamente...;

agentes nutricionais: o excesso de comida errada ou a falta de comida saudável. Nos países pobres, a AIDS é causada por fome, porque não se come o suficiente para satisfazer as necessidades do organismo.

Mas a fome existe há muitíssimo tempo na África...

Sim, mas antes a África e os países pobres nunca haviam sido tão pobres como agora — e tudo tem limites. A renda per capita está diminuindo. Hhá cada vez menos dinheiro para comprar o básico, cada vez se come menos. A falta de comida está fazendo com que as crianças nasçam menores, cresçam menos e que a expectativa de vida diminua... Isso indica que a pobreza não é a mesma de sempre e que o corpo já não agüenta mais! As pessoas na África têm fome, desnutrição, parasitos e falta de higiene em decorrência da pobreza a que estão submetidas. Por isso é que lá há tantos casos de AIDS.



Por que persiste o mito da transmissão da AIDS?

Na década de sessenta começou um movimento de libertação que levou ao exagero de certos direitos, dando lugar a orgias e ao consumo excessivo de drogas durante o ato sexual, entre as quais, os poppers (nitritos de amila e butila), usados como afrodisíacos que estimulam o desejo sexual e produzem o relaxamento de alguns esfíncteres do corpo humano, permitindo a penetração de objetos grandes no reto ou outros orifícios. Os primeiros casos de AIDS, em 1981, apareceram num grupo de homossexuais de Los Angeles, que realizavam esse tipo de práticas anormais. Enfatizo a caracterização de anormais, porque é preciso esclarecer que a homossexualidade nunca foi causadora de doença; é uma forma de vida que existe há milhares de anos e tão comum e regular quanto a heterossexual. Foi então que o CDC – Centro de Controle das Doenças dos Estados Unidos — cometeu um tremendo erro: não se perguntou o que tinha acontecido com essas pessoas. Os pesquisadores determinaram que, como era um grupo de homossexuais, a AIDS era uma doença de transmissão sexual.



Sem comprovação científica?

Quando se recorre a pesquisas científicas para encontrar a causa dessa transmissão, não se acha nada que confirme tal afirmação. Trata-se de um boato que foi crescendo graças aos meios de comunicação.

O CDC é culpado desse mito?

Sim, e continuarei fazendo essa afirmação ainda que me digam que estou fazendo uma acusação muito grave, por ser cidadão americano. Fui vítima de muitas perseguições pelos órgãos de saúde do governo americano. Pediram minha destituição do hospital onde trabalho, fizeram contra mim toda sorte de ofensas em razão do que tenho dito, mas estou convencido de que alguém tem que levantar a voz em defesa das pessoas e continuarei denunciando que o CDC criou um mito e está atentando contra a saúde e o bem-estar das pessoas em todo o mundo.



Por que os grupos dissidentes são um perigo para os governos, indústrias farmacêuticas, Banco Mundial...?

Os dados científicos indicam que estamos com a razão e isso é muito grave, porque não há nada em comum entre nosso ponto de vista sobre a AIDS e o dos defensores ortodoxos do HIV. A ciência cometeu um erro muito grave. A AIDS é a doença que, na história da medicina, mais se difundiu. Entretanto, não é a doença que mata mais pessoas no mundo. Estatisticamente é superada pelos acidentes, assassinatos, suicídios, câncer, doenças cardiovasculares, doenças infecciosas... Apesar disso, as pessoas não sabem muito sobre malária ou tuberculose e todo mundo acha que entende de AIDS e de sexo. Alguém provocou um caos para seis bilhões de pessoas e, quando o mundo se der conta disso, será muito embaraçoso e não vão perdoar alguns pesquisadores do governo por essa colossal mentira.

Aproxima-se um caos mundial?

Há implicações políticas sérias porque, uma vez descoberta a verdade, quem vai acreditar de agora em diante nos governos do mundo? Quem vai acreditar nas companhias farmacêuticas, que estão produzindo drogas para matar um vírus que nunca foi visto? Certamente haverá um caos, mas nós, dissidentes, pensamos que os problemas graves têm soluções. Estamos apenas mostrando a verdade ao mesmo tempo em que torcemos para que isso não seja muito violento nem caótico.

Mas há outros interesses...

Há quatro anos, quando fui à Conferência Mundial da AIDS, em Genebra, percebi que, junto aos estandes das indústrias farmacêuticas e das ONGs, havia um estande muito grande do Banco Mundial. Perguntei-me o que aquela instituição estava fazendo lá. Muito simples: o Banco Mundial lançou vários livros sobre a AIDS e está oferecendo empréstimos aos países pobres para que comprem medicamentos das companhias farmacêuticas americanas para tratar de um vírus inexistente, medicamentos que, em vez de curar, aceleram a morte do doente.



Qual a sua opinião sobre os medicamentos para pacientes de AIDS?

Diz-se que a AIDS é uma doença viral. Mas, como todos os medicamentos contra vírus são terrivelmente tóxicos, não temos medicamentos para a poliomielite, hepatite B e A, dengue e outras doenças autenticamente virais. A uma pessoa que tem poliomielite, não se pode dar um tratamento para acabar com o vírus da pólio, porque isso acabaria matando essa pessoa e a medicina tem conhecimento desse fato há mais de cem anos. Por isso, chama a atenção que agora os pesquisadores das companhias farmacêuticas tenham resolvido desrespeitar um século de conhecimentos sobre a virologia e estejam inventando medicamentos para tratar de um vírus que nunca foi visto, nem isolado, nem cultivado. O vírus da pólio existe, como o da hepatite, da dengue..., mas o da AIDS, ainda precisam nos mostrar! A imagem do vírus que apresentaram na conferência oficial na da mais é do que uma criação virtual.

Como curar a AIDS?

Os medicamentos são terrivelmente tóxicos e as próprias indústrias farmacêuticas fazem essa advertência nas bulas para se eximirem de toda responsabilidade. Nós, dissidentes, insistimos que a AIDS pode ser curada com medicamentos não-tóxicos, que resultam em cura definitiva, e não com antiviróticos, que destroem os tecidos do organismo e provocam a morte do paciente. Quando isso acontece, os pesquisadores simplesmente explicam que o vírus sofreu mutação e se tornou resistente.

Qual é o tratamento a ser seguido?

Para os que não estão tomando medicamentos, é muito fácil: devem ficar longe de todos os agentes tóxicos que já mencionamos. Para aqueles que tomam medicamentos, sugiro que não os suspendam de um dia para o outro, pois existe o efeito placebo: a pessoa pode estar tomando esses medicamentos e acreditar que lhe fazem bem e essa crença lhe fará bem por um longo tempo. Se o uso do medicamento é suspenso e a pessoa se sente insegura, nesses dias pode sofrer um colapso do sistema imunológico e morrer. Primeiramente é preciso informar-se bem e ir diminuindo gradativamente o uso, com o acompanhamento de um profissional da saúde. Na medicina natural, por exemplo, são feitos excelentes tratamentos de desintoxicação, porque uma pessoa que tem AIDS (ou é soropositiva) está simplesmente intoxicada, oxidada, mas não infectada .



A solução é a desintoxicação?

Sim, e posteriormente os órgãos e sistemas enfraquecidos devem ser estimulados pelo uso de vitaminas C, A e E, que são fortes antioxidantes. Se a pessoa é muito pobre, só a vitamina A é suficiente, pois até os defensores do HIV têm demonstrado que, se uma mãe tem bom nível de vitamina A no sangue, o filho jamais nascerá com AIDS, nem se tornará soropositivo. Mais que isso: se um soropositivo tiver níveis normais de vitamina A no sangue, nunca terá AIDS. Se o orçamento não é suficiente para comprar vitaminas, será preciso comer cenoura, frutas e verduras frescas que contenham muito caroteno, que são uma boa fonte de vitamina A. Portanto, a pessoa pode se curar facilmente e de forma pouco dispendiosa e, uma vez curada, pode ter uma vida normal.



Referências:

Dr.Roberto Giraldo, Sida Y Agentes Estresantes, Editorial de La Universidad de Antioquia, Colombia. Em sua pesquisa, o Dr. Giraldo destaca as principais contribuições científicas de Peter Duesberg e do Grupo de Perth dirigido por Eleni Papadopulos-Eleopulos.

robgiraldo@aol.com



Dr. Etienne de Harven, França. Especialista em microscopia eletrônica. Detalha razões científicas segundo as quais Luc Montagnier, Roberto Gallo e Jay Levy nunca isolaram o chamado HIV. Oferece detalhes técnicos para explicar porque não existe uma fotografia de microscópio eletrônico do suposto vírus da AIDS.

pitou.deharven@wanadoo.fr



Na Conferência Internacional da AIDS, o proclamado descobridor do vírus da AIDS, Roberto Gallo, apostou nos inibidores de fusão

como a nova alternativa contra a AIDS.

Deu aval ao medicamento apresentado durante a Conferência, o T20, que será comercializado pela indústria farmacêutica Gilead Sciences, com o nome de Viread, para o qual o Ministério da Saúde espanhol já deu sua aprovação. Como diriam os dissidentes da AIDS: “Viread, um novo tóxico para matar os doentes de AIDS”.





Um caso de AIDS por AZT?


Em junho de 1995, Kris Chmiel, de 30 anos, não tinha sintoma algum de AIDS quando seus médicos em Denver diagnosticaram queera soropositiva, após um teste para gestantes obrigatório no Colorado. Ela fez o teste apenas para cumprir a exigência da lei, que obriga as gestantes a fazerem o teste do HIV. “Eu estava ótima”, ela explica. “Não havia razão alguma para pensar que tinha AIDS ou o HIV. O único motivo de eu ter feito o teste foi o Colorado ter acabado de aprovar uma lei obrigando todas as mulheres grávidas a passarem pelo teste.” Ela ainda não apresentava nenhum sintoma de AIDS quatro meses mais tarde, em novembro de 1995, quando os médicos a convenceram a começar um ritual que seria para a vida toda: consumir 100 mg de AZT cinco vezes ao dia.


Kris também não apresentou sintomas de AIDS durante os outros cinco meses de gravidez, enquanto tomava o AZT. Mas, cinco meses mais tarde, em outubro de 1996 — após dez meses de terapia com AZT — começou a desenvolver muitos problemas crônicos: diarréia, náusea, cansaço, febre, sintomas de gripe e suores noturnos. “Eu me sentia como se tivesse uma terrível gripe que não ia embora”, ela lembra. “E tinha uma infecção atrás da outra”. Na consulta seguinte, depois de estar doente durante um mês, os médicos responsabilizaram o HIV por tudo.


“Disseram que o HIV tinha se transformado numa forma resistente ao AZT”, lembra Kris. De acordo com eles, estava com AIDS. Então decidiram acrescentar à terapia um outro antivirótico — o 3TC. Seus problemas relacionados com AIDS pioraram imediatamente. E não era para menos. Todos os análogos nucleosídeos bloqueiam não só o DNA do retrovírus, como também o DNA humano. Assim, eles matam células imunológicas, glóbulos vermelhos, o revestimento do trato digestivo, células fetais e o mitocôndrio — as “fábricas” no interior das células que produzem energia. Kris continuou tomando os medicamentos, porque supostamente suprimiam o que ela achava ser a causa do seu maior problema: o HIV. Nunca chegou a pensar que a causa da AIDS poderiam ser os medicamentos e não o HIV.


Os medicamentos acabaram em dezembro de 1996, mais ou menos dois meses após o início dos sintomas (aos 12 meses de terapia com AZT). “Não renovei as receitas”, ela conta. “Minha pele estava ficando amarela. Eu sabia que isso era dos medicamentos. Meu pai teve icterícia antes de morrer por falência do fígado, provocada pela medicação para o coração. Portanto, eu sabia como era a icterícia e sabia que medicamentos para salvar de um problema podem matar destruindo o fígado”.


Como os medicamentos não estavam melhorando os problemas da AIDS, Kris achou melhor desistir de tomá-los e ter só AIDS em vez de AIDS e icterícia.


Mas o impossível aconteceu. “Comecei a me sentir melhor quase que imediatamente. Em poucos dias, tinha mais energia. Parei de sentir enjôo. Em janeiro de 1997, todos os sintomas desapareceram. E não fiquei mais doente desde então”. Isso foi há um ano e meio. “Acho que nunca tive problemas por causa do HIV”, diz ela a respeito dos sintomas que os médicos diagnosticaram como AIDS. “Acho que tive envenenamento por AZT. Não acredito mais que o HIV provoque AIDS ou qualquer outra coisa”.


Kris levou apenas 10 meses para desenvolver “AIDS” generalizada enquanto tomava AZT. Como a “AIDS” desapareceu dias após o término dessa terapia e Kris permaneceu saudável durante o ano e meio em que não tomou medicamentos “anti-HIV”, seu caso confirma a visão de que a AIDS resulta da ingestão de medicamentos e não de uma infecção pelo HIV.


Sua filha Raquel foi testada com seis semanas e aos seis meses de vida; em ambas ocasiões, o resultado foi negativo. Raquel nasceu sem sintomas de AIDS e continua bem até hoje. Kris não seguiu a prescrição de dar AZT líquido e Septrim ao bebê. “Parei de dar depois de 3 dias”, diz. “Não me senti bem fazendo aquilo. Fico feliz por Raquel não ter morrido por causa do AZT que tomei durante a gravidez. Os médicos querem fazer novos testes, mas eu não me importo mais com o HIV. Não estou preocupada em saber como está o seu HIV. Estou apenas preocupada com possíveis efeitos tardios do AZT com que ela foi envenenada enquanto eu estava grávida”.



Apesar de Raquel nunca ter tido sintomas de AIDS, nasceu com megalocefalia. “Está na faixa dos 120%”, diz Kris.



Tomando uma atitude

Kris Chmiel tornou-se um membro ativo do grupo HEAL(1) de Denver e lidera a ação que a rede impetrou para anular o teste obrigatório de HIV para as gestantes do Colorado. “Os médicos me assustaram e me convenceram a tomar o AZT dizendo que ele diminuía pela metade a probabilidade de que meu bebê nascesse soropositivo”, explica. “Mas isso só acontece ao custo de envenenar com AZT todas as crianças de mães soropositivas. Mesmo que o HIV causasse a AIDS, isso não faz sentido. Li num estudo (Kumar, Journal of AIDS 7:1034, 1994) que 23% de 104 grávidas que tomavam AZT tiveram abortos espontâneos, precisaram de abortos terapêuticos ou tiveram crianças com defeitos congênitos, como a minha”.



Kris está zangada com o zelo com que os médicos empurram o AZT e outros medicamentos “anti-HIV”, altamente tóxicos, para seus pacientes soropositivos. Em reuniões públicas, ela informa sobre a toxicidade do AZT e de outros medicamentos que provocam sintomas de AIDS; ela informa sobre a natureza inofensiva do HIV e o caráter não-infeccioso da maioria dos problemas relacionados à AIDS.



Kris acha que ninguém devia fazer testes para o HIV. “Os médicos querem testar Raquel mais uma vez. Os testes com 6 semanas e 6 meses foram negativos. Dizem que não podem estar seguros até os 18 meses, que é sua idade atual. Deixei que testassem antes de saber o que sei hoje. Agora, não vou mais ser tão boba! Não vou deixar eles porem a mão em Raquel outra vez”.



1. HEAL (Health Education AIDS Liaison) é uma rede internacional de grupos independentes que contestam a visão oficial da AIDS e a validade dos testes e das terapias. Para obter informações, escreva para: 11684 Ventura Boulevard Studio City, CA 91604 ou ligue para tel.: (001 213) 896-8260 ou use o E-mail chrism@cogent.net



Fonte: Revista Reappraising AIDS, julho 1998



AIDS segundo Lynne McTaggart






Desde 1990, compartilhamos com nossos leitores nossa crescente suspeita de que a AIDS era mais do que uma simples infecção.




Com o passar do tempo, a descrição de como evoluía se tornava cada vez mais dissimulada. De acordo com a teoria original proposta por Robert Gallo, do Instituto Nacional do Câncer, nos Estados Unidos, e Luc Montagnier, do Instituto Pasteur, em Paris, esse vírus tinha a capacidade, exclusiva na história das moléstias infecciosas, de convencer o sistema imunológico a suicidar-se.



Então, alguns céticos, como o Dr. Peter Duesberg, destacado especialista em retrovírus e professor de biologia molecular da Universidade da Califórnia, virou essa hipótese do avesso. Duesberg apresentou um argumento científico muito bem fundamentado, segundo o qual a AIDS não passava, em suas palavras, de “25 doenças há muito conhecidas e, em parte, sem qualquer relação entre elas”, que foram redefinidas como AIDS somente porque ocorrem em pacientes diagnosticados como soropositivos por meio de exames de sangue altamente duvidosos.



Foi Duesberg quem primeiro sugeriu que a AIDS era uma doença relacionada ao estilo de vida. Ele argumentou que as práticas entre a comunidade gay — grande número de parceiros sexuais, relações anais receptivas, exposição constante a drogas recreativas, em especial os nitritos —, acabaram subjugando o sistema imunológico. Impurezas no sangue causaram o colapso do sistema imunológico nos hemofílicos ou receptores de transfusões de sangue, assim como ocorria com os opiáceos entre os consumidores de drogas. Entre os africanos, a AIDS foi causada pela desnutrição.



A AIDS não passa de um rótulo para doenças antigas.



A teoria, porém, ainda apresentava alguns pequenos problemas. Por que os gays que não usavam poppers contraíam a AIDS? E como explicar os bebês soropositivos? Por que Arthur Ashe – campeão de tênis – morreu em conseqüência de uma única transfusão de sangue?



Essas perguntas foram respondidas pelas brilhantes descobertas do Dr. Mohammed Ali Al-Bayati. O Dr. Al-Bayati, toxicólogo e patologista, descobriu, por acaso, que o uso regular de esteróides causa grave supressão da defesa imunológica que, para todo o mundo, parece ser AIDS.



À medida que o Dr. Al-Bayati se aprofundava em suas pesquisas, constatou claramente que um fator conectando quase todos os grupos de alto risco é o uso regular de esteróides. No caso dos africanos, já se sabe há muito tempo que desnutrição prolongada acaba causando o colapso do sistema imunológico. Mas, para todos os fins e propósitos, ele argumenta, o tratamento com esteróides é AIDS.



Isso significa que nossa tecnologia médica ficou tão fora de controle que tem a capacidade de extermínio em massa, assim como a peste. A AIDS é a última palavra em doença iatrogênica.



Meu herói médico e mentor, Dr. Robert Mendelsohn, escreveu em Confessions of a Medical Heretic (Confissões de um médico herege): “Acredito que mais de 90% da Medicina Moderna poderia desaparecer da face da terra – médicos, hospitais, medicamentos e equipamentos – e o efeito sobre nossa saúde seria benéfico e imediato”.



Esse é, sem dúvida, o caso da AIDS. Os medicamentos para um problema de saúde causam a própria doença e, se não matarem, então o coquetel letal de medicamentos — usado para tratar a doença causada pela primeira série de remédios — completará o serviço.



A única maneira de vencermos a guerra contra a AIDS é tomarmos consciência de que hoje algumas das mais poderosas armas de destruição em massa no universo estão na maleta preta do seu médico.






Confiando na vida




Johan Verhoven foi diagnosticado soropositivo há vários anos.

Em Johanesburgo ele falou de suas experiências,

incluindo suas viagens de bicicleta pelos trópicos



Sete anos atrás, eu me candidatei a um emprego e uma das exigências era que a pessoa fizesse um teste Elisa. Fiz o teste e deu positivo. No começo estava muito preocupado com isso, passei o trauma normal pelo qual as pessoas passam. Mas, com o tempo, me dei conta de que, na realidade, não havia nada de errado comigo e que estava tão saudável como sempre. Aquilo me fez refletir. O tempo passou e houve todas essas previsões fatalistas de que iria morrer em um período curto de tempo e aquilo simplesmente não aconteceu. Não senti absolutamente nenhuma mudança na minha saúde física.



Naquele tempo, eu estava trabalhando na clínica de uma missão católica perto de Pretoria, no coração de uma favela densamente povoada. Lá estava crescendo toda essa histeria sobre o percentual de pessoas soropositivas e diziam que estávamos no meio de uma epidemia e assim por diante. Mas olhei o que estava acontecendo na clínica e, a maioria das pessoas que supostamente estavam sofrendo de AIDS, na verdade, tinham tuberculose e diversas outras doenças curáveis. A maioria daqueles que foram receber um tratamento comum, como o tratamento de tuberculose ou sei lá o quê, sarou, recuperou a saúde. Por outro lado, eu também vi que diversas pessoas que conhecia estavam tomando AZT e remédios semelhantes e eles começaram a mostrar os sintomas clássicos daquilo que é considerado AIDS. Eles perderam peso e tiveram diarréia e por aí vai. Foi assim que decidi descobrir por mim mesmo, de acordo com meu próprio discernimento, o que é verdadeiro e o que é falso.



Era muito difícil, na África do Sul, naquela época, porque apenas um lado da discussão estava sendo apresentado. Mas eu estava numa livraria em Pretoria e topei com o livro de Neville Hodgkinson, “A.I.D.S., the Failure of Contemporary Science"(AIDS, o Fracasso da Medicina Contemporânea). Comecei a ler o livro e ele basicamente confirmou toda a minha experiência pessoal. Foi o primeiro contato que tive com um ponto de vista alternativo. Comecei a ler mais e mais, tudo que podia encontrar.



Eu discuti essas outras coisas com meus amigos que eram médicos e todos foram bastante hostis, claro. Falei sobre isso com diversas pessoas com quem tinha contato e eles estavam um pouco mais abertos. Mas na África do Sul existe uma imensa rede de ONGs no setor de saúde, de clínicas privadas e assim por diante, que dependem diretamente, para sua subsistência, dos fundos que recebem para programas de AIDS e para o trabalho que fazem com a AIDS. Portanto, a maioria não estaria muito aberta a qualquer ponto de vista alternativo. No público em geral achei pessoas que diziam "Todas essas previsões não estão se tornando verdade. Nós não vemos um vasto número de pessoas morrendo". E as pessoas começam a questionar e a perguntar o que está realmente acontecendo.



Na realidade tenho muitos amigos íntimos que são médicos e eles tentam me convencer o tempo todo de que, sem dúvida, deveria tomar medicamentos e fazer a contagem de células e esse tipo de coisa. Em certa altura eles estavam até dando medicamentos contra tuberculose preventivamente para as pessoas. Começaram a me dizer "Bem, quando a sua contagem de células T alcançar um determinado nível, então terá que começar a tomar medicamentos contra tuberculose preventivamente e talvez tentar participar de uma pesquisa". Fizeram uma pressão enorme, mas sempre resisti.



Também não fiz contagem de células T e exame de carga viral. De maneira nenhuma, nem pensar! Vi pessoas fazendo contagem de células T e carga viral e as células T sobem e descem e a carga viral sobe e desce. Quando a contagem de célula T começa a descer, eles entram em tal frenesi e tal depressão e tal estado negativo da mente, que penso que aquilo se alimenta de si mesmo. Li também muito sobre psiconeuroimunologia e está provado cientificamente que o estado mental afeta diretamente a contagem de células T. Portanto, quando essa começa a cair por qualquer razão e você se preocupa com isso, porque pensa que o vírus está começando a te matar e você entra em depressão, é lógico que a contagem de células T vai cair ainda mais. Vi isso acontecer nas pessoas. É por isso que nem penso em me submeter a isso.



Depois que recebi o diagnóstico, eu decidi me dedicar ao ciclismo como esporte. Pensei: deixe-me fazer alguma coisa que eu goste e que seja saudável. Comecei a fazer viagens de bicicleta. Pedalei de Johanesburgo a Durban; pedalei de Johanesburgo a Moputu e, num certo ponto — isso foi seis anos depois do teste Elisa positivo —, queria provar aos meus amigos médicos, exatamente aquele grupo com o qual estava falando, que realmente não há nada de errado comigo.



Eu peguei a mountain-bike e pedalei de Johanesburgo a Malawi que está a meio caminho da África Central. Terminei na capital chamada Lulongwe. É uma distância de, aproximadamente, três mil quilômetros através da África Central tropical. Acho que comprovei o queria.

Este ano, na verdade, pretendo pedalar daqui a pelo menos Nairobi e, se conseguir, até o Cairo. Daqui ao Cairo creio que deve levar cerca de cinco meses. Se não ficar sem dinheiro quando chegar a Nairobi vou continuar até o Cairo. Acredito que isso mostra para as pessoas que, apesar de ter passado por aquilo que eles consideram uma doença fatal, estou com melhor saúde do que pessoas com metade da minha idade, estou com melhor saúde do que em toda minha vida, apesar de nunca ter tomado medicamentos.

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Fonte: Contunuum, vol 6, no1/2

 
 

 
Depoimento de um soropositivo



Alejandro

(Cubano residente em Miami)

Cheguei de Cuba em 1993.Como todos os cubanos que chegam em solo americano, tive a sorte de adquirir a residência nos Estados Unidos. Os primeiros tempos foram terríveis psicológica, mental e emocionalmente. Tive que adaptar-me a um mundo novo e diferente, resignar-me a estar completamente só, separado de toda a família, que ficou na ilha, e suportar a angústia de retomar as rédeas de minha vida.



Precisamente nesse período de estresse e angústia, fiz vários exames clínicos, entre eles o teste do HIV. Uma semana depois, chegou a notícia pelo médico: " Seu teste do HIV deu positivo". O impacto psicológico foi terrível. Saí rapidamente do consultório, caminhei pelo parque sem saber para onde ir, aturdido, com as mãos na cabeça como um louco... Cheguei a pensar em me suicidar.


Passados alguns dias, aceitei meu novo estado: uma sentença de morte por padecer de uma doença mortal, contagiosa e incurável (pior que câncer). O curioso é que me sentia com perfeita saúde até o momento em que havia recebido a notícia. Já me adaptando à nova "pátria", estava alegre, forte, com saúde; nada me doía e tinha o desejo de viver. Entretanto, a partir desse momento, minha vida mudou por completo. Separei-me de minha noiva, por medo de contagiá-la, e sem poder lhe dizer o motivo da ruptura. Afastei-me dos amigos. Quase perdi o trabalho, porque não conseguia concentrar-me.


O médico me disse que eu devia começar a tomar os medicamentos contra AIDS. Mandou tomar AZT, 3 TC e mais outro, que agora não me lembro. Eu devia tomar aquele "coquetel" três vezes ao dia. A partir do momento em que comecei a tomar os medicamentos, realmente comecei a ficar doente. Perdi o apetite, me senti cansado, os músculos doíam e a cabeça também, sentia náuseas, comecei a ter problemas de digestão e, pela primeira vez, tive anemia. Sentia-me terrivelmente mal e, quando expliquei isso ao médico, ele disse que era a AIDS.

No início do ano 2000, ouvi falar pela primeira vez de um grupo de pessoas que haviam fundado uma organização para oferecer informação, orientação, assistência e conselhos aos casos como o meu — e em espanhol! Logo liguei para o Diretor, o Sr. Gerardo Sánchez, cubano como eu. Uma noite nos encontramos em uma cafeteria e, durante duas horas, ouvi atentamente tudo o que ele me dizia referente à outra visão não oficial que seu grupo defendia. Minha esperança de vida ficou renovada e senti um grande alívio. Ele me ofereceu uma série de documentos para me informar, pois essa foi a ênfase em sua conversa: informar-me. E assim fez.


Fiquei atônito ao saber que, no mundo, havia mais de 32 milhões de pessoas como eu, que não adoeceram de AIDS — com teste positivo do HIV — e que, além disso, nunca haviam tomado os famosos coquetéis — muitos deles durante mais de 15 anos. Eu pensava que a AIDS era algo novo, porém existem casos registrados na literatura médica desde o ano de 1872. O mais surpreendente foi saber que não existe prova científica da existência do famoso HIV. O mais devastador foi conhecer a enorme lista de efeitos colaterais causados pelos medicamentos receitados contra a AIDS.


A partir da entrevista com o Sr. Sánchez, segui seus conselhos. Dediquei-me a pesquisar e procurar na Internet. Entrei em contato com cientistas em cinco continentes e telefonei para dezenas de pessoas. Além disso, entrei em contato com diversos grupos, organizados em diversas partes do mundo, que haviam vencido a AIDS com tratamentos naturais, alternativos e holísticos. Todos gozam de perfeita saúde.


A primeira coisa que fiz foi tomar as rédeas da minha saúde e da minha vida. Embora muitos me critiquem, acho que a minha saúde é importante demais para atrever-me a colocá-la nas mãos de um médico.

Suspendi, por iniciativa própria, todos os medicamentos que estava tomando contra a AIDS, pois queria desintoxicar-me. Comecei a desintoxicar meu organismo e a fortalecer a defesa imunológica com produtos naturais. Também comecei a fazer exercícios: caminhadas rápidas durante 45 minutos, três vezes por semana.


Suspendi a carne vermelha e reduzi o consumo de aves. Suspendi o leite de vaca e todos os seus derivados, substituindo-os por soja. Comecei a adoçar meus alimentos com mel de abelha; suspendi o café e o cigarro que havia fumado durante 15 anos. Para fortalecer o sistema imunológico e desintoxicar-me, segui a seguinte norma:


a) Pela manhã, tomava uma colher de pólen.


b) Três vezes ao dia tomava meia xícara de cafezinho de um tônico elaborado com Ginseng e várias ervas.

Uma fórmula milenar.

c) Uma vez por dia tomava uma cápsula de Echinácea que contém, além desta planta, própolis e vitamina C. Esta combinação é um magnífico antibiótico natural.



Após um mês levando esse novo estilo de vida, já conseguia dormir oito horas profundamente. Todos os meus males e dores foram desaparecendo a tal ponto que me sentia quase em perfeitas condições. Passados três meses, gozava de perfeita saúde.



Como ninguém pôde me mostrar um documento que prove cientificamente que o HIV existe e, principalmente, que seja a causa da AIDS, nem que a "carga viral" seja eficiente e que a AIDS seja contagiosa, não creio nessa invenção estranha.
Acima de tudo, nem louco tornaria a tomar um medicamento, especialmente algum criado para "combater" a AIDS.


Entretanto, como sei que a imunodeficiência é adquirida pela exposição a fatores estressantes (nutricionais, mentais, físicos, biológicos e químicos), tomo cuidado para não me expor a essas circunstâncias. Sobretudo, não deixo de tomar o pólen granulado e muito menos o tônico, pois este produto fortaleceu a minha defesa e, desde que o tomo, tenho energia e desejo de trabalhar. Não me canso e estou bem alimentado, apesar de comer menos alimentos, porém bem selecionados. As hortaliças e as frutas não faltam nas refeições.



Hoje estou casado, minha esposa espera um nenê e todos estamos com saúde física, mental e espiritual. Graças a Deus não me deixei arrastar por essa loucura.

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Fonte: Revista " Alma y Salud", nº 3, março 2002, editada pelo Grupo Nacional Cristiano pro Alternativas para el SIDA, em Miami, Flórida, EUA




O erro grave da AIDS


Como foi possível acontecer?



David Rasnick, PhD



Um pesquisador de inibidores da protease analisa como cientistas brilhantes chegaram a considerar doenças comuns, não-infecciosas, como sendo causadas por um vírus inofensivo, e como atribuíram poderes fantásticos e patogênicos a esse vírus.



A hipótese do HIV como causa da AIDS não é apenas o maior erro científico e médico do século XX; é também o maior embaraço. Cheguei à conclusão de que a magnitude desse embaraço representa o maior obstáculo para a exposição dos seguintes fatos simples, claros e óbvios:



a AIDS não é contagiosa;

a AIDS não é sexualmente transmissível;

o HIV não provoca a AIDS;

os medicamentos contra AIDS estão matando pessoas.

É surpreendente que não exista um só estudo na vasta literatura médica e científica mostrando:



a) um grupo de adultos ou crianças soropositivos com vida mais curta ou pior qualidade de vida que um grupo de adultos ou crianças soronegativos, ou



b) um grupo de adultos ou crianças soropositivos que tomem medicamentos contra AIDS com vida mais longa ou melhor do que um grupo similar de adultos ou crianças soropositivos que não tomem esses medicamentos.



Para contrabalançar a reação natural de descrédito, proponho um desafio simples, que deveria minar sua crença nos axiomas centrais da AIDS. Pense no nome de uma ou mais pessoas que, comprovadamente, mostraram que o HIV causa AIDS, ou que AIDS é contagiosa, ou sexualmente transmitida, ou que os medicamentos contra AIDS realmente promovem vida e saúde. A tarefa não é descobrir uma lista de pessoas que fizeram essas afirmações. Essa lista é bem longa. Não, a tarefa é achar os nomes de pessoas que provam que essas afirmações são verdadeiras ou, pelo menos, prováveis.



Estudei a AIDS desde o início e não consegui encontrar nomes nem documentos contendo provas que sustentem os axiomas da AIDS. Na realidade, não conheço uma só pessoa que tenha encontrado os nomes e os documentos.



Por que, então, lemos nos jornais, escutamos no rádio e vemos na televisão a cada dia uma ladainha crescente de horrores sobre a AIDS e estatísticas do HIV? Por que praticamente todos os médicos e autoridades da saúde pública declaram sua lealdade inabalável ao dogma do HIV e aos axiomas da AIDS? A resposta é simples.



A propaganda é uma indústria multibilionária porque funciona. Nos últimos 19 anos, os norte-americanos gastaram com seus impostos mais de 60 bilhões de dólares com a AIDS. É possível comprar muita propaganda com essa quantia. Esses 60 bilhões dos impostos não incluem os bilhões de dólares que a indústria farmacêutica gastou em produtos direcionados à AIDS ou os bilhões de lucro que embolsaram na venda desses produtos. Em comparação, os norte-americanos gastaram 22 bilhões de dólares para colocar o homem na Lua. Esse dinheiro valeu alguma coisa — chegamos à Lua. No entanto, com os bilhões de dólares da AIDS ainda não obtivemos nenhum sucesso.



As dezenas de bilhões de dólares do HIV sustentam os mais de 100.000 médicos e cientistas que construíram carreiras e reputação simplesmente aceitando o dogma do HIV e os axiomas da AIDS. Porém, com esse dinheiro, os 100.000 cientistas e médicos não produziram provas mostrando que os axiomas da AIDS são fatos científicos ou, pelo menos, prováveis de corresponder à verdade. Freqüentemente, Peter Duesberg, o famoso professor titular de Biologia Molecular e Celular da Universidade da Califórnia, diz a respeito dos fundos para a AIDS: "Eles gastariam bilhões para estudar o HIV na Lua, se quisessem, mas não podem gastar 50.000 dólares para provar que estão errados."



Se você acredita que a Ciência se dedica à livre troca de idéias e está empenhada em um debate aberto, você tem que acordar. Uma coisa que os críticos descobrem rapidamente é que os papas do dogma do HIV nunca respondem às críticas específicas sobre os axiomas da AIDS.



Os poucos cientistas que questionam o dogma do HIV e os axiomas da AIDS, rapidamente descobrem que não conseguem mais levantar fundos para suas pesquisas. Para salvar suas carreiras, a maioria deles pára de fazer perguntas embaraçosas e se prostra diante do ídolo de ouro do HIV. Os poucos corajosos (ou teimosos) que defendem seus princípios são forçados a garimpar dinheiro do jeito que for possível para continuar suas pesquisas. No laboratório de Duesberg, por exemplo, dependemos da generosidade de indivíduos ricos, fundações privadas e doações gerais.



Entretanto, mesmo que você obtenha o dinheiro para fazer o trabalho, não vai conseguir publicar os resultados em nenhuma revista científica ou médica americana e não será mais convidado para encontros profissionais. Se você questiona publicamente o dogma HIV, corre o risco de sofrer ataques, acusações de homofobia e de estar desencorajando as pessoas a tomar medicamentos benéficos e usar preservativos.



Com tantas carreiras dependendo do dogma do HIV e dos axiomas da AIDS e bilhões de dólares investidos neles, é fácil perceber o que está em jogo. Se alguns, ou todos os axiomas da AIDS estão errados (e tenho certeza que estão), então estamos diante do maior erro do século XX. Seria preciso coragem e integridade sobrehumanas da parte dos inúmeros membros do governo, diretores dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH), Centros para Controle das Doenças (CDC), médicos, cientistas, profissionais da saúde, jornalistas, celebridades e cidadãos comuns para admitir que cometeram um grande erro — que entenderam tudo errado a respeito da AIDS.



Muitos críticos bem informados acham que os bilhões de dólares que estão em jogo são o maior obstáculo para terminar com a insanidade da AIDS. Esse dinheiro é, certamente, uma poderosa arma a serviço do sistema HIV/AIDS. No entanto, penso que são, simplesmente, o sentimento de humilhação e o medo do ridículo o maior obstáculo para o fim desta insanidade. É o medo de estar tão obviamente errado a respeito da AIDS que mantém a boca fechada, o dinheiro fluindo e a retórica da AIDS subindo a picos estratosféricos absurdos.



Os médicos que sabem ou suspeitam da verdade estão envergonhados ou com medo de admitir que os testes do HIV são inválidos e que os medicamentos contra AIDS prejudicam e matam pessoas. Somos ensinados a temer os anticorpos e a acreditar que anticorpos do HIV anunciam uma infecção viral letal a surgir semanas ou anos mais tarde na pessoa, por mais saudável que esteja. Quando você aponta aos profissionais da saúde que os anticorpos são a própria essência da imunidade antiviral, esses argumentos provocam desprezo ou um silêncio perplexo.



Os NIH, os CDC e a Organização Mundial da Saúde estão aterrorizando centenas de milhões de pessoas no mundo inteiro com a política temerária e absurda de equiparar sexo à morte. Ligar o sexo à morte colocou essas organizações numa situação impossível. Seria embaraçoso demais para elas ter que admitir tão tarde que estão erradas, que a AIDS não é sexualmente transmitida. Tal admissão poderia até destruir essas organizações ou, pelo menos, pôr em risco sua futura credibilidade. A autopreservação obriga essas instituições a, não apenas manter, mas até ampliar os erros. Isso ajuda a aumentar o medo, o sofrimento e a miséria no mundo — a antítese de sua razão de ser.



A única maneira de nos libertarmos do erro grave da AIDS e acabar com a tirania do medo que o protege, é abrir um debate internacional e discutir livremente tudo a respeito da AIDS. Teremos que descobrir um modo de fazer isso minimizando o sentimento de vergonha daqueles que mais arrogantemente abraçaram o modelo do HIV e o sentimento de raiva daqueles que mais seriamente sofreram com esse modelo. Mas a raiva deve ser deixada de lado rapidamente. É um erro destacar os vilões e quem deve ser punido. O erro da AIDS é um fenômeno sociológico cuja responsabilidade é compartilhada um pouco por todos.



Em última análise, o erro da AIDS não é, na verdade, relativo à saúde e à doença, nem à ciência e à medicina. O erro da AIDS está relacionado à saúde das nossas democracias. É pouco provável que o erro da AIDS tivesse acontecido e se mantido numa democracia saudável, em que um debate contínuo de todos os assuntos importantes é vigoroso e aberto, em que a crítica floresce e os críticos não são apenas tolerados, mas encorajados e admirados.



Uma democracia saudável exige que os cidadãos mantenham um olhar crítico, desconfiado até, sobre as instituições, de maneira a prevenir que se tornem os regimes autônomos e autoritários que são hoje. O erro da AIDS mostra que precisamos repensar e reestruturar nossas instituições de governo, da ciência, da saúde, do ensino superior, do jornalismo e dos meios de comunicação. Precisamos reestruturar os processos de editoração e financiamento científico para que não promovam e protejam algum dogma específico, determinada corrente de pensamento ou excluam idéias conflitantes. Um jornalismo robusto e realmente investigativo precisa ser ressuscitado, premiado e incentivado.



Finalmente, como cidadãos, devemos reassumir a responsabilidade pela nossa própria saúde e bem-estar e pela saúde das nossas democracias.

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Fonte: Rethinking AIDS, vol 8:7, julho 2000

David Rasnick tem doutorado em química e biologia pelo Instituto de Tecnologia da Geórgia, em Atlanta, EUA. Trabalhou durante muitos anos na indústria farmacêutica, desenvolvendo e pesquisando inibidores da protease, uma família de medicamentos usados na "terapia de coquetel" do HIV. Está trabalhando atualmente com Peter Duesberg na Universidade da Califórnia, em Berkeley, EUA.





Um enigma da natureza —


eles sempre repetem isso


e ninguém sabe porquê.




A indicação dos livros é uma simples intenção de ajudar os interessados, não se tata de propaganda, neste blog não tenho intenção de arrecadar nada e sim ajudar na medida do possível.  

Hot Off The Press!O novo livro de Etienne de Harven , dez mentiras sobre a Aids , já está disponível nas livrarias. Se você acredita que a soropositividade indica infecção por HIV ou AIDS que é sexualmente transmissível, então este livro é para você! Por muito tempo, sua saúde foi perigosamente exposta a informações enganosas sobre a AIDS. 

O novo livro de Janine Roberts , medo do invisível , já está disponível nas livrarias. Roberto Giraldocontribuiu prefácio do livro, "Fear Demolição". Para obter informações detalhadas, clique aqui .

Como devemos ter medo de vírus e vacinas, HIV e AIDS?
a jornada investigativa sobre uma indústria irresponsável e contaminado Méd


http://www.taps.org.br/Paginas/Outraaids.html





Outra visão da AIDS



Um engano não se torna verdade
por meio de ampla divulgação,
nem a verdade se torna um engano
porque ninguém a enxerga.
M.K.Gandhi


A TAPS possui o maior acervo de livros, vídeos e fitas cassete na América Latina sobre a visão dissidente da hipótese do HIV / AIDS.

As condições que permitiram a evolução de todo o dogma da AIDS estão sendo repensadas. Cresce o número de cientistas, médicos e publicações que questionam o papel do HIV e até a sua existência. Questionar o HIV significa questionar uma sentença arbitrária de morte. O mito da incurabilidade baseia-se na visão ortodoxa do HIV, uma crendice que sustenta todo o edifício da AIDS. Este edifício está ruindo.

Centenas de HIV positivos do mundo inteiro — que estão com saúde e não tomam a medicação da AIDS — se encontraram com médicos e cientistas de diversos países no Congresso pela Vida, em 2002, em Barcelona, compartilharam fatos e pesquisas importantes sobre o HIV e a AIDS que foram omitidos pela mídia. Esta informação mostra que soropositivos podem levar uma vida normal, saudável e produtiva, sem medicamentos tóxicos e caros. Essas notícias tão úteis, cheias de esperança, afirmando a vida, não foram mencionadas por uma única fonte oficial de comunicação.

Se realmente estamos procurando soluções para a AIDS e estamos sinceramente interessados em ajudar os soropositivos, por que, então, estamos ouvindo apenas um lado da história — o lado que promove doença, morte, falta de esperança e medicamentos caros? Para obter as boas notícias que não aparecem na mídia, visitewww.QuestionAIDS.com .

A ignorância e resistência frente a uma visão da AIDS que difere dos dogmas oficiais é a única verdadeira crise que existe. Não estamos frente a uma nova epidemia mortal, mas a problemas relacionados com o estilo de vida moderno, com a exploração do medo e com pressões econômicas. Após anos e anos, verbas astronômicas financiam as mesmas pesquisas, preocupadas apenas com o HIV, que é um negócio gigantesco.

Admitindo-se que o HIV não causa a AIDS, é possível ser soropositivo e ter saúde perfeita. Separar o HIV da AIDS permite enfrentar a destruição do sistema imunológico provocada por inúmeras causas.
Somos a primeira geração exposta à intoxicação por enorme poluição química, eletromagnética e psíquica na vida diária.
Somos a primeira geração que come tantos alimentos industrializados — alimentos que perderam os nutrientes para aumentar sua durabilidade e simplificar a vida moderna.
Somos a primeira geração que sofre o impacto violento das drogas e da quimioterapia cada vez mais agressiva. "Não é o vírus na ponta da seringa que vai matar você, é a droga que está dentro dela!" Peter Duesberg.
Os problemas de saúde que aparecem dessa forma podem ser curados evitando as causas reais e eliminando as toxinas acumuladas no organismo. É preciso melhorar a defesa imunológica e tratar apenas a doença específica que, eventualmente, aparece.

"O mais importante é nunca parar de questionar"

Acima de tudo, é indispensável pesquisar, questionar, discutir tudo que já foi dito e escrito a respeito da "AIDS" e dos tratamentos apregoados. Cada um deve formar a sua própria opinião.
Aquele que quer ajudar o soropositivo indicando medicamentos contra um "vírus" tem a intenção de fazer o bem... Em algum lugar encontramos esta frase na parede: "Vou ajudar você a sair da água para que não se afogue!", disse o macaco e, cuidadosamente, colocou o peixe sobre um galho bem seguro.











Entrevista: Dr. Roberto Giraldo - Repensando a AIDS


Quem é o Dr. Roberto Giraldo ?
Médico, Especialista em Medicina Interna com especialização em Doenças Infecciosas da Universidade de Antioquia, na Colômbia. Graduado com distinção da Escola de Londres de Higiene e Medicina Tropical, Universidade de Londres, depois de obter um Mestrado em Medicina Tropical Clínica.
Durante quatro décadas dedicadas a atividades clínicas, acadêmicas e de pesquisa sobre diferentes aspectos das doenças infecciosas, doenças tropicais, e imunológicos, em várias regiões da Colômbia, Estados Unidos, Europa e África.
Grande parte da sua investigação tem sido no domínio da secundárias ou adquirida deficiências imunológicas, especialmente aqueles que ocorrem nos países em desenvolvimento. Em 1967 estudou com o professor Jacob Frenckel na Universidade de Kansas Medical Center, Toxoplasma gondii e infecções Pneumocystis carinii, como marcadores de clínicas de imunodeficiência humana. Também em 1967, estudou infecções fúngicas oportunistas com o professor Donald Greer nos Centros de Controle de Doenças (CDC) em Kansas City, Kansas. Durante 1974 e 1975, na London School of Hygiene and Tropical Medicine, analisou os principais fatores de risco para o sarcoma de Kaposi endêmico, como um marcador clínico para a deficiência imunológica nos países africanos.
De 1979 até 1987 trabalhou como médico em uma região de floresta remota, da Colômbia. Aqui tive a oportunidade de trabalhar ombro a ombro com curandeiros tradicionais indígenas, explorando maneiras de abordar uma grande variedade de problemas médicos relacionados com a pobreza, desnutrição, deficiências imunológicas, parasitas e infecções.
Pesquisador independente da AIDS desde 1981. Tem várias publicações sobre AIDS e doenças relacionadas. Em 1997 publicou um livro "Aids e estressores:.. AIDS não é uma doença infecciosa nem é sexualmente transmissível É uma síndrome tóxico-nutricional causada pelo alarmante incremento mundial de agentes estressantes imunológicos" O livro foi publicado em espanhol em 2002: "SIDA y Agentes estresantes: el SIDA não infeccioso es ni si transmite sexualmente. Este es un sindrome tóxico-nutricional causado por el alarmante Incremento Mundial de Agentes estresantes para el Sistema inmunologico. "
1993 até o presente trabalho como técnico no Laboratório de Imunologia Clínica e diagnóstico molecular no New York Presbyterian Hospital, Weill Cornell Medical Center, em Nova York. Aqui tive a oportunidade de correr e conhecem em detalhes o Elisa, Western Blot e PCR (carga viral) testes para o HIV.
Desde 2000 membro da Comissão Presidencial Sul-Africano AIDS Painel Consultivo. Assessor de vários países africanos sobre nutrição e doenças relacionadas à pobreza. Em 2003, apresentado a 14 Ministros da Saúde da Comunidade de Desenvolvimento do Sul Africano (SADC) as bases científicas para esta proposta: "A terapia nutricional para o tratamento e prevenção da AIDS."
Ex-presidente do Repensando a AIDS: O Grupo Internacional para a Reavaliação Científica da AIDS. Membro do Conselho de Administração da Educação em Saúde AIDS Liaison, HEAL-Nova York e da Fundação Arte e Ciência de Medellín, na Colômbia. Especialista na Presidencial Sul-Africano AIDS Painel Consultivo. Consultor científico de várias organizações não-governamentais no México, Nicarágua, Colômbia, Peru, Brasil, Argentina, Chile, Bolívia e Espanha.




Entrevista concedida a Paulo Stekel do blog revistahorizonte, por um dos mais importantes cientistas da Hipótese Alternativa da AIDS




Sempre é bom termos acesso aos dois lados de uma questão, não acham? Afinal, isso faz parte da liberdade de expressão e de informação, tão propalada hoje em dia. Por que, então, no que se refere à AIDS e suas causas, não temos um contraponto? Só há uma versão? Definitivamente, não. Há um contraponto, sim, e é formado por um grupo de cientistas idôneos e de muitos simpatizantes que formam um grupo conhecido como “dissidentes da hipótese HIV/AIDS”, ou seja, pessoas que contestam que o vírus HIV seja o causador da AIDS.

Um dos mais importantes destes cientistas, que querem apenas o direito a uma pesquisa aberta e transparente da questão, é o nosso entrevistado especial desta edição de um ano de Horizonte – Leitura Holística: o médico colombiano de renome internacional, Dr. Roberto Giraldo.

Especialista em AIDS e agentes estressantes imunológicos, o Dr. Roberto Giraldo é médico, especialista em Medicina Interna, com ênfase em enfermidades infecciosas, pela Universidade de Antioquia, na Colômbia. Desde 1993, trabalha nos laboratórios de imunologia e de diagnóstico molecular do "New York Presbyterian Hospital, Weill Cornell Medical Center", em Nova York, EUA. Foi presidente do "Rethinking AIDS" (http://www.rethinkingaids.com), grupo internacional que busca uma reavaliação científica da AIDS.

Há quatro décadas tem se dedicado a atividades clínicas, acadêmicas e investigativas em diferentes aspectos das doenças infecciosas, imunológicas e tropicais em várias regiões da Colômbia, EUA, Europa e África.

A maior parte de sua carreira investigativa tem sido no campo das imunodeficiências secundárias ou adquiridas, especialmente aquelas que ocorrem nos países subdesenvolvidos.

De 1979 a 1987 exerceu sua profissão em uma região da selva colombiana. Alí teve a oportunidade de trabalhar ombro a ombro com curandeiros tradicionais e de explorar as diferentes condições médicas relacionadas com a pobreza e a desnutrição, tais como as infecções, as parasitoses e toda uma gama de imunodeficiências.

É investigador independente da AIDS desde 1981, tendo várias publicações sobre o tema. Em 1997 escreveu o livro “El SIDA y los agentes estressantes inmunológicos” [A AIDS e os agentes estressantes imunológicos], afirmando que “a AIDS não é uma doença infecciosa nem se transmite sexualmente. Ela é uma síndrome tóxico-nutricional causada pelo alarmante incremento mundial de agentes estressantes para o sistema imunológico”.

Desde o ano 2000 faz parte de um painel internacional de especialistas para assessorar o governo do Presidente Thabo Mbeki, da África do Sul, em assuntos relacionados à AIDS. Em 2003 foi convidado pelos Ministros da Saúde de 14 países da África e apresentou-lhes sua proposta de “Terapia nutricional para o tratamento e a prevenção da AIDS”.

Por mais que o assunto seja polêmico – e é – a leitura das respostas claras e precisas do Dr. Giraldo fará com que você, leitor, pelo menos pense sobre o assunto. Se desejar saber mais sobre o assunto, acesse o site do Dr. Giraldo (http://www.robertogiraldo.com). Ali, você encontrará os links de centenas de sites pelo mundo afora de cientistas, agentes de saúde, jorrnalistas, escritores, pesquisadores e políticos que pensam como o Dr. Giraldo.


Horizonte: Em seus artigos há constante referência aos “Agentes Estressores Imunológicos”. O que são estes agentes?



Dr. Giraldo: Agentes estressores para o sistema imunológico são aqueles agentes tóxicos que em alguma forma alteram o funcionamento do sistema imunológico. Eles são conhecidos há muitos anos ou décadas. Hans Selye, por exemplo, sabia desde 1936 que tudo aquilo que o corpo humano perceba como ameaça, desencadeia no corpo uma resposta que ele chamou “Resposta ao Estresse” e aquilo que desencadeava essa resposta ele os chamou agentes estressores ou estressantes. Desde essa época ele sabia que todo tipo de estresse crônico causava diminuição de linfócitos (linfopenia). Eu uso a mesma terminologia, citando sempre a fonte, como uma homenagem a esse que considero o maior cientista da medicina do século passado (Séc. XX).
Os agentes estressantes imunológicos que se sabe que alteram o sistema imunológico são de cinco tipos: (1) químicos, tais como as drogas psicoativas, conservantes de alimentos, agroquímicos, contaminantes do ar, água, solo, detergentes, drogas da medicina alopática, etc; (2) físicos, tais como todas as radiações elétricas, eletrônicas e eletromagnéticas: telefones celulares, inalâmbricos, antenas, transformadores de energia, cosmopatias e geopatias, etc.; (3) biológicos: sêmen, sangue, vacinas;(4)nutricionais, tais como a falta de comida ou a comida de pouco nível nutricional e (5) mentais, tais como a ansiedade, as dúvidas, o pânico. Para nosso corpo e para o sistema imunológico em particular, usar cocaína é o mesmo que não comer; ter doenças parasitárias secundárias à desnutrição e à pobreza, é o mesmo que dormir próximo a um transformador de luz: o corpo reage sempre da mesma forma, como se sabe desde as primeiras investigações de Selye. Estas intoxicações crônicas, com o tempo deterioram o sistema imunológico, e se não param, o colapsam causando a AIDS: “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”.
A medicina só conhece as intoxicações agudas por álcool, tálio, fosforados orgânicos, mas não sabe nada acerca das intoxicações crônicas causadas pela exposição múltipla, repetida e crônica a agentes estressantes imunológicos.


Horizonte: O Sr. faz parte de um grupo encabeçado principalmente pelo Dr. Peter Duesberg, grupo este considerado “dissidente” da teoria vigente de que a AIDS é causada pelo vírus HIV. Quantos cientistas “dissidentes” há hoje no mundo? E, se o vírus HIV não é o causador da AIDS, o que é exatamente o quadro clínico identificado pela teoria oficial como sendo AIDS?



Dr. Giraldo: “Rethinking AIDS” conta com cerca de cinco mil médicos, cientistas, outros profissionais, alguns Prêmios Nobel e ativistas. Há cerca de 400 sites de Internet com nossa informação. É o único lugar onde a “oficialidade” não tem conseguido censurar o debate científico.
Por cerca de 25 anos a Organização Mundial da Saúde e a ONUAIDS, seguindo as diretrizes do Ministério de Saúde dos EUA, tem estado disseminando por todo o planeta que HIV = AIDS e que AIDS = HIV. E as pessoas, ao ler nossos argumentos de que não existe o HIV, ou que o fenômeno conhecido como HIV, não é um vírus real, elas pensam (equivocadamente) que tampouco existe AIDS.
Claro que existe AIDS, mas não é causada por HIV!! Esta é uma síndrome tóxica e nutricional causada pelo alarmante incremento mundial de agentes estressantes imunológicos. O fato de que exista AIDS em todas as classes sociais é um indicativo de que nossa espécie está em perigo. Crer que o HIV é sua causa, não permite que se tomem as medidas necessárias e possíveis para o bem da espécie humana. A simples crença absurda no HIV como a causa da AIDS, está pondo em grande perigo a sobrevivência de nossa espécie.
AIDS é o maior estado de deterioração que o ser humano pode tolerar. Não pode existir algo pior que a AIDS. Na AIDS não só o sistema imunológico está deteriorado, mas todos os demais sistemas estão também intoxicados.
A exposição múltipla, repetida e crônica a agentes estressantes imunológicos vai deteriorando o sistema imunológico e chega um momento em que ele se colapsa e começam na pessoa, ao mesmo tiempo, as manifestações clínicas de infecções oportunistas (pela deterioração da parte de defesa do sistema imunológico), tumores oportunistas (pela deterioração da parte de vigilância do sistema imunológico) e múltiplas doenças metabólicas como perda de peso, queda de cabelo, diarréia e demência (pela deterioração da parte de equilíbrio homeostático do sistema imunológico).


Horizonte: Quantas pessoas supostamente se infectaram com o HIV até hoje? Dessas, quantas morreram por imunodeficiência? O número oficial de infectados e mesmo de mortos é suficiente para justificar a teoria corrente de que a AIDS é causada por vírus e, portanto, tende a se disseminar rapidamente?



Dr. Giraldo: Nem uma só pessoa se infectou com HIV até hoje! Ninguém pode infectar-se com um vírus que não existe!!! Ser soropositivo (reagir positivamente nas provas de Elisa e de Western blot), não significa estar infectado, senão estar um pouco mais intoxicado que os que ainda continuam reagindo negativamente.
Para os “oficialistas” (aqueles que creem erroneamente que o HIV é a causa da AIDS) ser soropositivo indica estar infectado. Entretanto, as mesmas cifras oficiais de soropositividade não podem explicar-se por transmissão sexual, nem sangüínea, nem da mãe ao filho. Nos países da África subsaariana existe uma soropositividade de 15 a 40%; e ali mais de 60% dos casos é em mulheres. No continente americano, o Haiti é o país com uma soropositividade maior: 5,6%, mas nunca tão alta como a soropositividade da África. Por que??? Os EUA têm uma soropositividade de 0,7% e ali mais de 90% é em homens homossexuais. Por que??? E Espanha, México, Venezuela, Colômbia e Brasil têm uma positividade de apenas 0,6%. Se a soropositividade é devida a transmissão sexual, nos pareceria, pois, como se na África se vivesse em um permanente ato sexual e os espanhóis, mexicanos, venezuelanos, colombianos e brasileiros não tivessem muita vida sexual. Estas diferenças só podem ser explicadas por uma diferença na qualidade e na quantidade de exposição a agentes estressantes imunológicos. A não ser que se nos demonstre que existe um vírus que sabe quem é pobre e mulher para atacá-la na África e quem é gay e rico para atacá-lo nos EUA e na Europa. Assim não se comporta nenhum vírus conhecido!!!!!


Horizonte: Segundo o Sr. e outros cientistas dissidentes a AIDS não é transmitida sexualmente. Que impacto essa afirmação tem causado junto aos serviços governamentais de saúde e às ONGs que defendem os direitos dos soropositivos, dos homossexuais, etc.?



Dr. Giraldo: Em 08 de Dezembro de 2003, em um debate internacional sobre este tema no Parlamento Europeu em Bruxelas, os representantes da OMS e da ONUAIDS, falavam da “transmissão da AIDS” como se isto fosse um fato demonstrado cientificamente. Então lhes perguntamos onde estava a publicação das investigações que se deveria ter feito para assegurar que a AIDS se transmitia sexualmente, pelo sangue ou da mãe ao filho. E eles responderam que essa pesquisa não se requeria, posto que todo mundo sabe já que se transmite. As pessoas do mundo não sabem ainda que isso da transmissão da AIDS é um rumor que saiu em 1981 do Ministério de Saúde dos EUA (CDC) e que com o tempo se converteu em mito ou verdade absoluta. A transmissão da AIDS nunca foi demonstrada cientificamente!!!!!
As pessoas e instituições que defendem a transmissão, que têm promovido a promiscuidade sexual com isso de “use camisinha e faça o que quiser”, que intoxicam a milhares nos EUA e Europa ao fornecer-lhes seringas “sem HIV” para que se injetem com drogas que destróem o sistema imunológico e causam a AIDS, não aceitam nossos pontos de vista. Ademais, muitas dessas pessoas e instituições vivem do HIV (ganham um soldo) por fazer isso e por isso se opõem e continuarão se opondo com todas as suas forças a uma mudança para a verdade. Não importando-lhes quantos milhares morram de AIDS.
Houve até agora 25 milhões de mortes por AIDS. Hitler matou entre 5 e 8 milhões de pessoas, mas o da AIDS é o pior genocídio da historia humana e agora se faz em nome da ciência. Errados estavam os judeus que ajudaram a embarcar a outros judeus nos trens pensando que iriam à “terra prometida” quando, na realidade, terminaram nos fornos dos campos de concentração. Igualmente equivocadas estão todas essas pessoas que defendem e fazem propaganda das idéias oficiais do HIV/AIDS. Quantos africanos e quantos homens gays estão ajudando “inocentemente” a matar a seus irmãos. Que horror!!




Horizonte: Qual é a confiabilidade dos testes atualmente existentes para a detecção do HIV: Elisa, Western Blot e Carga Viral? O quê eles realmente detectam?


Dr. Giraldo: As provas de Elisa e de Western blot detectam anticorpos contra o que supostamente são proteínas do HIV. A prova de PCR ou de Carga Viral supostamente faz cópias de fragmentos do ácido nucleico do HIV. Mas como o HIV jamais foi isolado e purificado, como ocorreu com todos os vírus verdadeiros, essas proteínas e esses fragmentos de ácido nucleico têm que ter outra origem. Jamais essas proteínas e esses fragmentos de ácido nucleico foram extraídos diretamente do interior de uma partícula viral de HIV. Elas foram encontradas em cultivos e se supôs que correspondiam a um vírus desintegrado. Mas, onde está o vírus integrado, as partículas virais íntegras, sem romper? Não existe um só tubo de laboratório com partículas virais de HIV, simplesmente porque HIV não é um vírus.
Essas proteínas e esses fragmentos de ácido nucleico são liberados por células de cultivos estressados com químicos ou são liberados ao sangue pelas pessoas expostas, geralmente por longos períodos de tempo, a uma variedade de agentes estressantes imunológicos. Os anticorpos que detectamos em Elisa e em Western blot são anticorpos anti essas proteínas liberadas durante o estresse crônico, e as cópias de ácido nucléico detectadas na arbitrariamente chamada “Carga Viral” são cópias de fragmentos de ácido nucleico liberados pelas pessoas submetidas a uma variedade de estresse. O que essas provas estão detectando é o nível de estresse crônico da pessoa, o grau de intoxicação de seus tecidos. Durante as respostas ao estresse de toda a vida, as pessoas liberam radicais livres do tipo dos agentes oxidantes e por isso as pessoas soropositivas e aquelas com AIDS, têm grandes níveis de estresse oxidativo e seus elementos antioxidantes se encontram diminuídos em seu sangue. Têm baixos niveis de vitaminas C, E, A, betacarotenos, zinco, selênio, magnésio, manganês.
Indiretamente, o que detectam as mal-chamadas “provas de HIV” são níveis de oxidação e de intoxicação da pessoa.




Horizonte: Em quais países a teoria alternativa de que a AIDS não é causada por um vírus, muito menos pelo HIV, tem encontrado menos resistência?

Dr. Giraldo: Em nenhum! Temos tido resistência em todos os países do mundo, mas nossas idéias são aceitas mais facilmente nos países subdesenvolvidos e mais concretamente nos países latino-americanos tais como México, Colômbia, Peru, Bolívia, Argentina, Venezuela e Brasil. Nestes países nossos argumentos científicos são cada vez mais aceitos.




Horizonte: No dia 31 de agosto deste ano a “Iniciativa Sul-Africana da Vacina Contra AIDS” anunciou ter obtido bons resultados com uma vacina testada em 480 pessoas não-infectadas, a maioria das quais teve resposta imunológica positiva. A organização teria afirmado, entre outras coisas, que um sistema imunológico saudável contribui para evitar a contaminação, enquanto pessoas com tal sistema comprometido têm mais chances de contraírem o HIV. Isso reforça qual das teorias, a vigente ou a alternativa? Afinal, todos nos perguntamos: por que até hoje não há uma cura para a AIDS?


Dr. Giraldo: As vacinas da virologia clássica se aplicam para que a pessoa forme anticorpos contra, por exemplo, o vírus da poliomielite, do sarampo, da caxumba, da varíola, da hepatite B. Mas como será possível criar uma vacina contra um vírus que jamais se demonstrou sua existência real?
Ademais, as pessoas “soropositivas” já têm anticorpos contra o que elas crêem que é HIV. Elas estariam vacinadas em forma natural... Ou será que o que se pretende é criar uma vacina que converta os soronegativos em soropositivos, para logo as indústrias farmacêuticas estarem “em festa” vendendo anti-retrovirais para esses “infectados”? Nada, mas absolutamente nada da “ciência do HIV” tem lógica. Tudo isso não é mais que ficção científica...


Horizonte: Considerando que a teoria dos dissidentes seja a verdadeira, surge a pergunta óbvia: por que se teria cometido um erro tão grande na determinação do agente causador da AIDS?


Dr. Giraldo: A resposta a esta pergunta é um livro que estou terminando de escrever e que espero que esteja publicado no começo de 2008. Cinco fatos ajudaram a cometer este erro: (1) Preconceito microbiológico – devido ao qual todas as epidemias são causadas por micróbios. (2) Homofobia – como os primeiros casos de AIDS ocurreram na comunidade gay dos EUA, seus cientistas decidiram arbitrariamente, sem fazer nenhuma pesquisa, que se transmitia sexualmente e, mais concretamente, por relações anais. (3) Racismo – devido ao qual os investigadores brancos decidiram que a origem da AIDS está na África negra. (4) Corrupção social – recordar que a visão da AIDS como doença viral nasce de um crime (roubo do “HIV”) por parte do Dr. Robert Gallo, diretor do laboratório de virologia do Instituto Nacional de Câncer do governo dos EUA, que roubou do Dr. Luc Montagnier, do Instituto Pasteur de Paris. E (5) pela Crise do estabelecimento científico – não se controlam os experimentos, se descobrem vírus em coletivas de imprensa, como ocurreu com o HIV em 23 de abril de 1984, quando, às 2 horas da tarde, na cidade de Washington, Robert Gallo e a ministra de saúde de Ronald Reagan, fizeram uma coletiva de imprensa na qual se informou que “investigadores do governo dos EUA haviam descoberto o vírus da AIDS”.




Horizonte: Há alternativas para tratar a imunodeficiência chamada AIDS, uma vez que não seja viral e nem se deva ministrar as drogas conhecidas (AZT, etc.) aos soropostivos, por serem muito tóxicas, podendo matar o paciente a médio prazo? Quais seriam estas alternativas?


Dr. Giraldo: As chamadas doenças incuráveis, o são porque nenhuma doença se pode curar com métodos externos. O que faz a medicina integral é que, por meio de terapias naturais, a pessoa consiga despertar sua medicina interior e sua farmácia interior, aquelas com que somos criados e que trazemos conosco mesmo desde o nascimento.
Toda a doença para que exista deve ser permitida por nossa consciência e, igualmente, para que termine deve partir do reconhecimento de nossa própria psicopatologia: ciúme, raiva, medo, ódio, rancor, etc.
Em geral, as pessoas soropositivas têm alguns denominadores comuns: depressivos, paranóicos, arrogantes, autodestrutivos... Para curar-se de AIDS ou evitar que esta começe, o soropositivo deve começar com aceitar, ver ou perceber sua psicopatologia.






Horizonte: Entre as alternativas preventivas e mesmo de tratamento para pessoas com o “quadro” chamado AIDS, qual o papel daquelas consideradas complementares ou holísticas, como fitoterapia, florais, reiki, etc.?
Dr. Giraldo: Já expliquei isso na pergunta anterior: Elas não curam, só melhoram desequilíbrios dos processos fisiopatológicos e ajudam a acordar (despertar) nosso médico interior.
Devemos ter medo daqueles terapeutas alternativos, chame-se acupunturista, ou homeopata, ou bioenergético, etc, que crêm ter a cura da AIDS. Esta está dentro de cada pessoa!




Horizonte: Agradecemos muito a gentileza em conceder-nos esta entrevista. Gostaríamos que, em suas palavras finais, o Sr. sugerisse a nossos leitores como estes podem evitar as imunodeficiências em geral, sejam elas virais ou não.


Dr. Giraldo: Em meu site da Internet www.robertogiraldo.com há muitos artigos com argumentos científicos que nos ajudam a entender isto melhor. Sugiro começar com“Tratamento e prevenção da AIDS: guia de princípios básicos para uma alternativa eficiente, fácil e de baixo custo” e “Terapia nutricional para o tratamento e a prevenção da AIDS: bases científicas”.
# posted by Stekel @ 8:21 PM



Tratamento e prevenção da AIDS
Um Guia para Princípios Básicos para
efetivos, não tóxicos Alternativas e barato

Roberto Giraldo 1 , Pedro Rodenas 2 , Juan José Flores 3 e Alfredo Embid 4
Agradecimentos: Este artigo foi originalmente escrito em espanhol. Sua tradução para o Inglês tem sido possível graças à generosa assistência editorial de William Castillo, Philadelphia PA.
Conteúdo
Introdução
1. Compreender as causas reais da AIDS.
2. Diagnóstico usando achados clínicos e laboratoriais.
3. Evitar a exposição a agentes estressores imunológicos. 
4. Desintoxicar o sistema imune e outros sistemas.
5. Estimulante e regenerar o sistema imunitário e outros sistemas.
6. Tratar as manifestações clínicas da AIDS.
7. Adotando tratamento natural e terapias.
8. Iniciar o tratamento no momento adequado.
Referências
Bibliografia

INTRODUÇÃO
A evidência científica demonstra que a Aids não é uma doença infecciosa nem uma doença contagiosa, mas é sim uma doença degenerativa tóxica e nutricional (1-11), causada pela exposição involuntária e, às vezes voluntária para o aumento global alarmante de medicamentos imunológicos agentes estressores, que são de química , física, origem biológica, mental e nutricional (3). Estes agentes estressores no corpo induzir um excesso de radicais livres, especialmente agentes oxidantes (9-44), que progressivamente prejudicar o sistema imunológico, eventualmente causando o seu colapso, enquanto, simultaneamente, provocando manifestações de infecções oportunistas, tumores e perturbações metabólicas. No entanto, a SIDA pode ser tratado, prevenido e erradicado em eficazes, maneiras fáceis e de baixo custo (45, ac).

Oito princípios básicos podem e devem orientar o tratamento e prevenção da AIDS, que é, na realidade, uma doença tóxica e nutricional: 1) Compreender as causas reais da AIDS, 2) Diagnóstico usando achados clínicos e laboratoriais; exposição 3) Evitar a imunológica agentes estressores, 4) Desintoxicante o sistema imunológico e outros; 5) Estimular e regenerar o sistema imunológico e outros; 6) Tratar as manifestações clínicas da AIDS; 7) Adoção de tratamento natural e terapias; e 8) de iniciar o tratamento no momento adequado ( ac). A aplicação destes princípios básicos dependerá da condição particular de cada indivíduo ou comunidade e podem ser adaptadas a casos específicos por profissionais de saúde ou terapeutas em conjunto com o consentimento ea cooperação das pessoas interessadas ou afectadas.

AIDS pode ser gerido como qualquer outra doença crônica degenerativa. Quando um paciente manifesta leve, moderada ou grave deficiência imunológica, o paciente será obrigado a tomar precauções para o resto de seu / sua vida, como é feito por pacientes que sofrem de diabetes, pressão alta, artrite, insuficiência renal e outros condições crônicas.
Na sequência deste artigo é uma lista de referências e uma bibliografia que sustentam a validade científica dessas abordagens alternativas para o tratamento e prevenção da AIDS. O estudo dessas fontes é fortemente encorajada para aqueles que buscam uma compreensão mais profunda das questões. Além disso, seguindo este artigo é uma lista de sites que fornecem argumentos científicos e referências abundantes a respeito do debate científico internacional sobre as causas e soluções para a AIDS.

Oito Princípios Básicos para o Tratamento e Prevenção da AIDS:

1. ENTENDIMENTO as causas reais da AIDS.
1,1. É essencial que os indivíduos e comunidades afetadas livrar-se da crença errônea de que a AIDS é uma doença infecciosa viral, contagiosa e fatal (1-11). Assim, a equação simplista de que HIV = AIDS = morte deve ser desconstruída.
1,2. Da mesma forma, o mito de que ser "HIV positivo" significa infecção com o vírus que supostamente provoca a SIDA deve ser dissipado, uma vez ser "HIV positivo" ou "soropositivo" na realidade significa que a pessoa foi exposta a toxinas e está passando por oxidativo o stress (46).
1,3. Estas crenças defeituosos, em e por si próprios, causar danos ao sistema imunitário e pode levar ao desenvolvimento da SIDA, tal como foi demonstrado por psiconeuroimunologia (47-53).
1,4. Dados completos devem ser fornecidos demonstrando que involuntária e, às vezes voluntária, múltipla, repetida e exposição crônica a agentes estressantes imunológicos - sejam eles físicos, químicos, biológicos, mental ou nutricional na origem - intoxica, oxidar e se deterioram progressivamente o sistema imunológico, fazendo com que ele entrar em colapso e gerando assim a SIDA (4,54).

2. DIAGNÓSTICO por achados clínicos e laboratoriais.
2,1. Esteja ciente de que a exposição involuntária e, às vezes voluntária, múltipla, repetida e crônica a agentes estressores, não só intoxicam e progressivamente prejudicar o sistema imunológico, mas também prejudicar todos os outros órgãos e sistemas do corpo (4,54). A exposição a estes agentes tóxicos não afecta cada pessoa da mesma maneira e, por conseguinte, estressores idênticos ou semelhantes podem trazer diferentes padrões de doença em indivíduos ou populações diferentes (aj, z).
2,2. Assim, o estado de saúde integral do indivíduo ou da comunidade devem ser cuidadosamente avaliados utilizando convencionais disponíveis exames clínicos e laboratoriais para estabelecer o estado do sangue, soro, plasma, urina, fezes e outros líquidos corporais.Além disso, as técnicas alternativas e complementares, como iridologia, cinesiologia, bioeletrônica, pulsos de medicina oriental e outras técnicas podem ser usadas (dj).
2,3. É importante avaliar o estado de funcionamento do sistema imunitário com testes tais como T e contagem de células B, as respostas de linfócitos, blastogênicas proliferação de células T e diferenciação, a activação de linfócitos citotóxicos, a actividade timuline, complemento total, C3, C4, bem como os níveis de imunoglobulina (55-57).
2,4. Uma avaliação detalhada deve ser feita do estado de activação do sistema imunitário com testes tais como serologia para a hepatite A, B e C, sífilis, Toxoplasma, vírus de herpes, a infecção por citomegalovírus (CMV), rubéola, mononucleose, factor reumatóide, antistreptolisins, taxa HEMOSSEDIMENTAÇÃO, proteína C reativa, beta-microglobulina 2, Combs teste, aglutininas, complexos imunes e testes cutâneos (55-57).
2,5. O teste deve ser feito para determinar o estado de funcionamento das glândulas endócrinas, rins, pele, fígado e todos os outros órgãos e sistemas do corpo.
2,6. Uma avaliação meticulosa dos marcadores nutricionais é de valor inestimável, por meio de testes, tais como proteínas totais, albumina, eletroforese de proteínas, ferro sérico, transferrine, ferretine, foliates, B12, B6, tiamina, niacina, biotina, riboflavina, ácido panthotenic, inositol, biopterins, e Colines (58-77).
2,7. Biomarcadores de estado antioxidante deve ser testado, tal como o nível de soro de vitamina C, vitamina A, carotenos totais, caroteno alfa, beta-caroteno, criptoxantine beta, flavonóides, vitamina E, alfa-tocoferol, o cobre, ceruloplasmina, zinco, selénio, crómio, tiol glutationa, manganês, glutationa peroxidase, N acetylcisteine ​​e sistêmica (9-44,78,79).
2,8. Avaliar o estado de oxidação do corpo é também recomendado, utilizando testes tais como marcadores para a oxidação de bases de DNA (8-hidroxi-2-desoxiguanosina) e biomarcadores de peroxidação lipídica, tais como malondyaldehide, hidroperóxidos lipídicos, proteínas oxidadas, salicilato de teste, glutationa reduzida , catalases e superoxidodysmutases (80-83).
2,9. O ELISA, Western blot e testes de carga viral erroneamente acreditavam para indicar "a infecção pelo HIV" (84-98) deve ser interpretada apenas como biomarcadores indiretos do estado de oxidação ou intoxicação do indivíduo afetado ou comunidade (46).Portanto, o fenómeno de HIV, em vez de ser uma causa, é um efeito da exposição a agentes estressores imunológicos e indica a presença de proteínas libertadas durante as respostas do corpo de stress (99-107). É necessário compreender que os chamados "testes de HIV" não detectar a infecção por "HIV". Não há uma única referência científica demonstrando que o fenómeno de HIV refere-se a um vírus real (108-113).

3. Evitar a exposição a agentes estressores IMUNOLÓGICOS.
3,1. É imperativo evitar intoxicação mais dos órgãos e tecidos, evitando tanto quanto possível exposição a agentes estressores imunológicos (4,54), especialmente os seguintes:
3,2. Estressores químicos, tais como tabaco, álcool, drogas psicoativas e afrodisíacos (cocaína, heroína, "crack", nitritos inaláveis ​​ou "poppers", anfetaminas, etc), poluição química, detergentes, tintas, purificadores de ar e sprays, conservantes alimentares, tóxicas produtos farmacêuticos, incluindo antibióticos, corticosteróides e anti-retrovirais (chemiotherapeutics 4,6-8,114-118).
3,3. Estressores físicos, tais como as radiações ionizantes e não-ionizante, campos eletromagnéticos de equipamentos eléctricos e electrónicos, geopathies e cosmopathies (4119).
3,4. Estressores biológicos, como sangue e seus derivados, sêmen (especialmente através de inseminação retal), vacinas, doenças sexualmente transmissíveis, outras infecções e parasitoses (4.120.121). Crescimento excessivo de Candida albicans no trato gastrointestinal e sua disseminação para outros locais devem ser monitorados (i, y). Em regiões subdesenvolvidas, é necessário fornecer água potável, bem como descarte adequado de resíduos e dejetos humanos, de modo a eliminar as fontes de novas infecções e parasitoses (121).
3,5. Estressores mentais, como ansiedade, depressão e pânico deve ser observado e tratado (4122). É absolutamente necessário para dissipar quaisquer dúvidas sobre as causas da AIDS, seu tratamento e prevenção em indivíduos, famílias e comunidades (47-53). É necessário compreender que, do ponto de vista científico, é perfeitamente possível para curar e prevenir a AIDS.
3,6. Estressores nutricionais, como a falta de alimentos em países subdesenvolvidos e com a proliferação de junk food nos desenvolvidos, devem ser evitadas (4123). Nada mais nos coloca em contato com o nosso ambiente do que o alimento que nós comemos. Como conseqüência, é necessário consumir tanto alimentos naturais e inteiros quanto possível, evitar tabaco, álcool, café, chá, chocolate, cacau, refrigerantes, alimentos industrializados, enlatados, alimentos que contenham conservantes químicos e produtos refinados como açúcar branco, farinha e edulcorantes tais como o aspartame. É também essencial para diminuir o consumo de proteínas e gorduras animais, incluindo os produtos de laticínios, bem como açúcares e doces. Por outro lado, em regiões subdesenvolvidos, é mais essencial para aliviar a falta de alimentos. (123).
3,7. Estilo de vida; saúde e na doença dependem dos nossos hábitos diários e nossa atitude perante a vida (2,4,124-129). É necessário adoptar uma abordagem positiva e crítica, de modo que "os pacientes soropositivos" tornar-se "seriamente positivo e impaciente." A adoção de uma atitude combativa é uma forma de curar e sobreviver. Manter uma vida ativa, trabalhando, tendo bastante descanso e sono, praticar exercício físico moderado, deixando algum tempo para o entretenimento são fatores importantes para a sobrevivência. Por exemplo, ouvir música, dança, canto, pintura, e rindo - todos podem ser ferramentas de sobrevivência. Outras técnicas de sobrevivência práticas incluem: algodão vestindo roupas coloridas e leves; praticando chuveiros secos escovação e terminando com água fria, e praticando exercícios respiratórios, relaxamento e visualização. Actividade sexual regular também é importante, sem, no entanto, tóxicos afrodisíacos, lubrificantes, e espermicidas, e sem práticas sadomasoquistas. Outras medidas incluem a próspera a descobrir a vida interior da pessoa, estimulando o crescimento pessoal, proteção da natureza, e ajudando outros soropositivos "" indivíduos e aqueles que sofrem de AIDS.

4. Desintoxicar o sistema IMUNOLÓGICO e outros sistemas.
4,1. Em adição ao sistema imune, devemos desintoxicar os sistemas do corpo excreção; digestivo, fígado, rins, pulmões, pele, e quaisquer outros que se manifestam sinais de intoxicação (130-132).
4,2. Uma variedade de técnicas nutricionais, energético, magnético, física, mental e espiritual tem demonstrado eficácia tanto na desintoxicação e estimulação e regeneração do sistema imune e outros sistemas (133-141, az). Algumas delas incluem a medicina naturopata, homeopatia, acupuntura e moxabustão, terapia neural, digitopunctura, Fitoterapia, terapia nutricional, uso de agentes quelante, hidroterapia, terapia com água do mar, reflexologia, massagem linfática, Florais de Bach, hipertermia, oxigenoterapia biocatalitic, aromaterapia , massagem terapêutica, arteterapia, musicoterapia, cromoterapia, hipnose, yoga, tai-chi, qigong ou chi kung, tuina ou massagem chinesa, reiki, terapia magnética, sophrology, medicina ortomolecular, medicina funcional e cuidado espiritual (133-141 ). Tal como acontece com a medicina convencional, a eficácia dessas terapias depende tanto o conhecimento e experiência do profissional e da aceitação da pessoa que recebe a terapia ou tratamento.
4,3. Algumas ervas que podem ser utilizados no processo de desintoxicação incluem (124-129,137, rv, z) ervas diurético como cavalinha comum ( Equisetum arvense ) e ervas para proteger o fígado, tais como o leite de cardo ou silimarina ( Silybum marianum ), boldo folha ( Pneumus boldus ), fumária comum ou earthsmoke ( Fumaria officinalis ), Africano desmódio ( Desmodium ascendens ), chinês astrágalo ( Astragalus membranaceus ), e Ling Zhi ou chinês Reishi ( Ganoderma lucidum ). A vibração da aloe ( Aloé vera ) é útil, tanto a desintoxicação e estimulação de tecidos e é preparado por mistura em conjunto 2 onças de gel de aloe, duas colheres de sopa de mel, 4 grãos de pimenta preta, um pedaço pequeno de gengibre eo suco de um limão. Tome preparado de fresco, todos os dias durante 30 a 60 dias. Uma boa higiene intestinal é crucial no processo de desintoxicação e pode ser conseguida com os enemas de camomila seguido por enemas com óleo de girassol ou óleo de linhaça, bem como com suplementos de lactobacilos.
4,4. A desintoxicante e antioxidante dieta é importante (2,4,123-128). Sugerimos limpeza de tecidos, por exemplo, usando uma dieta depurativa sem produtos de origem animal e margarinas e com frutas e vegetais orgânicos. Dieta depurativa Dr. Kousmine é uma boa opção (142). Sugerimos comer cereais integrais, sob qualquer forma (arroz, cevada, trigo, aveia). Diminuir açúcar e doces. Aumentar a ingestão de frutas frescas e secas, bem como de vegetais crus e legumes orgânicos. Beba muitos líquidos, água (no mínimo 1,5 litros ao dia), sucos de frutas frescas e vegetais (especialmente cenouras), caldos vegetais e sucos verdes como fonte de clorofila (por exemplo, mistura de água com alface, espinafre, aipo, hortelã, salsa, coentro, e tal - tomar sem drenagem). Evite produtos lácteos, utilizando-se como um substituto de amêndoas, aveia, arroz e leite de caju. Evite a soja geneticamente modificada comum nos Estados Unidos, Canadá e Argentina. Supervisionado jejum é benéfico (143). Também é recomendado o uso de alimentos bifidogênicas, por exemplo iogurte e kumis feitos a partir de ovelha ou leite de cabra, tofu ou miso (144). O óleo de coco é uma boa fonte de ácidos louric e caprílico, que impedem o crescimento candida (i).

5. Estimular e regenerar o Sistema Imunológico e outros sistemas.
5,1. Este procedimento deve ser iniciado ao mesmo tempo que o processo de desintoxicação e pode requerer meses, anos ou mesmo o resto da vida do indivíduo, dependendo das condições específicas de cada indivíduo ou população.
É necessário atingir níveis sanguíneos normais de antioxidantes (145-150, r, s), por exemplo, usando a vitamina A e os carotenóides (151-170), a vitamina E (de preferência vitamina Ed) (162.171.172), vitamina C (173 -175), selénio (30-33), n-acetil cisteína (34-40), L-glutamina (i), zinco (41-44), cobre (44), manganês (r), ácido alfa-lipóico (r ), ubiquinona ou coenzima Q10 (r), e flavonóides ou vitamina P (r). Evite exceder os níveis normais do sangue e ter em mente o potencial de toxicidade de metais e vitaminas lipossolúveis.
5,3. Atingir níveis normais de vitamina A e carotenóides, impede que a chamada "transmissão de HIV / AIDS" de pessoa para pessoa (176-178) e de mãe para filho durante a gravidez, parto (179-190) ou durante a amamentação (191 ). Os efeitos potenciais theratogenic de vitamina A, betacaroteno e outros carotenóides deve ser considerado (192).
5,4. Algumas, como as interleucinas IL2, fatores de crescimento, vitaminas do complexo B, vitamina D, e lítio são úteis para as suas propriedades estimulantes e regenerativa (193-201).
5,5. Quaisquer deficiências de macro ou micronutriente deve ser meticulosamente dirigida (202-212).
5,6. Certas ervas podem ser usadas para a sua estimulante imunológico e / ou propriedades antioxidantes (137,213-222): aloe ( Aloe vera) , astrágalo ( Astragalus membranaceus ), ginseng siberiano ( Eleutherococcus senticosus ), Fo-ti ( Polygonum multiforum ), cúrcuma ( Curuma longa ), a equinácea ( Echinacea angustifolia y E. purpurea ), alho ( Allium sativum ), alcaçuz ( Glycyrrhiza glabra ), Golden Seal ( Canadensis Hydrastis ), unha de gato ( Uncaria tomentosa ), ginkgo ( Ginkgo biloba ), uva ( Vitis vinifera ) , sarsaparrilla ou Smilax ( Smilax officinalis y S. aspera ). Ervas sedativos e relaxantes incluem: flor de maracujá ( Passiflora incarnata ), valeriana ( Valeriana officinalis ), camomila ( Matricaria chamomilla ), hortelã ( Menta sativa ), lavanda ( Lavanda officinalis ), ginseng siberiano ( Eleuterococus senticosus ).
5,7. Um antioxidante, estimulante e regenerativo dieta deve ser seguida (2,4,124-129). Além da dieta desintoxicante descrito em 4.4, é necessário praticar uma dieta vegetariana ou semi-vegetariana, com quantidades de frutas, principalmente mamão, manga, kiwi, abacaxi, abacate, banana e frutos secos e legumes, cereais, leguminosas e algas. Evite produtos de origem animal e, em vez comer peixe gordo branco, ovino e caprino. De preferência use sal marinho. Use 60-80% frescas, inteiras, o alimento cru orgânico. Sempre que possível, usar alho, cebola, aspargos, frutas cítricas, beterraba, repolho, brócolis, couve-flor, couve de bruxelas, cenouras, levedura, trigo e pólen, bem como brotos. Use óleos prensados ​​a frio (abaixo de 40 graus Celsius), uma vez que esta forma de pressionar preserva essenciais e ácidos graxos poliinsaturados, que são necessários em processos anti-inflamatórios e regenerativos. Carcamo, girassol e azeite, nesta ordem, são boas fontes de vitamina C ou ácido linoleico. O óleo de linhaça também é uma boa fonte de ácido alfa-linoleico.

6. TRATAMENTO As manifestações clínicas da AIDS.
6,1. Específicas tratamentos convencionais (223-227) e / ou alternativas ou complementares (az) pode ser usado para tratar: infecções oportunistas (candidíase, histoplasmose, coccidiodomycosis, criptococose, criptosporidiose, diferentes tipos de infecções herpéticas, infecção por CMV, isosporiosis, tuberculose, nocardiose , Pneumocystis carinii pneumonia, pneumonia bacteriana recorrente, Salmonella septicemia, estrongyloidiasis e toxoplasmose), tumores (sarcoma de Kaposi, linfoma cerebral, linfoma de células B, linfoma de Burkitt e câncer cervical invasivo); múltiplos distúrbios metabólicos (demência / encefalopatia, multifocal progressiva leucoencefalopaty, perda de cabelo, perda de peso, síndrome de caquexia, doença "slim") e todas as outras manifestações clínicas que podem resultar da deterioração da defesa, vigilância e mecanismos de homeostasia do sistema imune.
6,2. Deteriorações em outros órgãos e tecidos deve ser corrigido.
6,3. O sucesso no tratamento da SIDA depende primariamente garantindo e optimizar o estado nutricional, tanto a nível clínico e micronutrientes (58-77,201-212, KV).

7. ADOÇÃO tratamento natural e terapias.
Além de consultar os profissionais de saúde convencionais, consulta com terapeutas alternativos ou complementares é recomendado, desde que as abordagens terapêuticas empregadas reconheceram efetividade no tratamento e prevenção de doenças crônico-degenerativas como a AIDS (124-141, wz).

8. Iniciar o tratamento No momento apropriado.
8,1. O tratamento ea prevenção da AIDS como uma síndrome tóxica e nutricional só pode ser eficaz se:
a) Nem o indivíduo nem a dúvida comunidade que o tratamento a ser utilizado é a escolha correta. Eles precisam compreender que a AIDS é uma síndrome degenerativa, tóxica e nutricional, causada por múltiplos involuntário e voluntário, por vezes, repetida e exposição crônica a agentes estressantes imunológicos que geram um estado de intoxicação / oxidação do sistema imune e outros sistemas do corpo . Recomenda-se que parentes, bem como amigos íntimos também compreender a natureza cura da AIDS.
b) Tratamento e prevenção deve ser conduzido por profissionais de saúde e terapeutas alternativos que bem entender que a aids é uma síndrome evitável, curável, e erradicável tóxico e nutricional, e que estão comprometidos com esse objetivo. De preferência, os profissionais devem possuir uma visão ampla e global da medicina convencional e alternativa / complementar.
8,2. Freqüentemente, "soropositivos" os indivíduos e os pacientes são influenciados por discussões com profissionais de saúde ou terapeutas alternativos, que defendem a hipótese de que a AIDS é causada por um vírus chamado "HIV". Neste caso, os enfrentamentos radicais devem ser evitadas, uma vez que só aumentam a ansiedade e depressão a qual "soropositivos" indivíduos e pacientes já estão sujeitos (47-53).
8,3. No caso em que um paciente com SIDA ou uma pessoa que reage positivamente sobre os chamados "testes para o HIV", depois de considerar todas as informações disponíveis (228-230), decide alterar os anti-retrovirais chamados para uma alternativa não tóxico, este deve ser feito gradualmente e progressivamente, uma vez que os inibidores da protease que fazem parte dos "cocktails" têm ações antioxidantes (231), e eliminá-los abruptamente pode causar estresse oxidativo ainda mais ea supressão imunológica.
Sites que contêm referências científicas sobre o debate internacional sobre as causas e soluções para a AIDS:


Comentários:


realmente meu quadro melhorou muito com esse acordar interno , mas infelizmente os retrovirais que me fazem mal, e nunca acreditei tanto neles é a unica coisa que tenho em mãos pra manter minha taxa de imunidade , todas as veses que tentei larga-los me dei muito mal, e o pior, o tratamento recebido para alguem que largou o retroviral e pegou infecção é repressor ,fica taxado como alguem que tentou o suicídio , no mínimo como alguem altamente depressivo , portanto apesar de torcer pela teoria da dissidencia, hoje estou rendida aos remedios que pra mim são uma faca de dois gumes. Mas torço por vcs ...


# posted by Adrianinha : 9:26 PM


Parabéns ao editor pela entrevista e pela abertura à veiculação do assunto da dissidência da AIDS. Conheço e considero extraordinário o trabalho do Dr. Roberto Giraldo que tem longos anos de estudo e experiência em Imunidade e AIDS. Sou uma militante da dissidência em Porto Alegre/Brasil e posso afirmar que a oposição a que este assunto venha à tona e seja debatido é ferrenha por parte dos representantes dos órgãos governamentais ligados à saúde e à AIDS e por parte das ONGs/AIDS. Eu mesma estou sofrendo um processo judicial por ter "ousado" tratar do assunto em diferentes fóruns.

Sobre a questão dos recursos de saúde para quem deseja outra linha terapêutica, penso que as terapias naturais como acupuntura, homeopatia, fitoterapia, terapias energéticas, trofoterapia (o alimento como remédio) têm muito a contribuir na regeneração da saúde de quem já está doente, à medida em que oferecem a possibilidade de diminuir os diversos tipos de estresse imunológico a que estamos submetidose fortalecer-nos física, mental e energeticamente. O uso pontual da alopatia, como no caso de alguém com uma infecção grave e aguda (meningite, pneumonia, tuberculose), pode salvar sua vida; mas o uso prolongado ou permanente dos alopáticos, assim como a falta da compreensão dos diversos aspectos internos e externos que nos fazem adoecer, pode levar ao adoecimento e à morte. Por isso, é muito importante que a pessoa soropositiva, em primeira instância, assuma uma postura ativa, de compreender o seu processo de saúde/doença e tome as rédeas desse processo, nunca deixando sua saúde e sua vida "nas mãos de alguém", mas procurando se informar profunda e permanentemente e buscando o acesso a todos os recursos que possam lhe ajudar a reconstruir sua saúde. A falta de recursos da Medicina Natural no sistema público é um fator que limita muito esta possibilidade, mas a literatura existente, dicas dos sites dissidentes e o trabaho voluntário ou a baixo custo de médicos ou terapeutas naturalistas é de grande ajuda para os soropositivos que desejam experimentar esta nova proposta. Poderíamos pensar em formar uma rede de profissionais da área naturalista que queiram fazer um trabalho conjunto nesse sentido. Coloco-me à disposição para somar nessa idéia e ofereço meu e-mail para troca de experiências. Congratulações, Eleonora Vacilotto (Enfermeira, Trofoterapeuta, Fitoterapeuta e Shiatsuterapeuta).

eleonora_poa@hotmail.com

(usei a conta google do meu filho)


# posted by Txai Luan : 11:33 AM


Parabéns ao editor pela entrevista e pela abertura à veiculação do assunto da dissidência da AIDS. Conheço e considero extraordinário o trabalho do Dr. Roberto Giraldo que tem longos anos de estudo e experiência em Imunidade e AIDS. Sou uma militante da dissidência em Porto Alegre/Brasil e posso afirmar que a oposição a que este assunto venha à tona e seja debatido é ferrenha por parte dos representantes dos órgãos governamentais ligados à saúde e à AIDS e por parte das ONGs/AIDS. Eu mesma estou sofrendo um processo judicial por ter "ousado" tratar do assunto em diferentes fóruns.

Sobre a questão dos recursos de saúde para quem deseja outra linha terapêutica, penso que as terapias naturais como acupuntura, homeopatia, fitoterapia, terapias energéticas, trofoterapia (o alimento como remédio) têm muito a contribuir na regeneração da saúde de quem já está doente, à medida em que oferecem a possibilidade de diminuir os diversos tipos de estresse imunológico a que estamos submetidose fortalecer-nos física, mental e energeticamente. O uso pontual da alopatia, como no caso de alguém com uma infecção grave e aguda (meningite, pneumonia, tuberculose), pode salvar sua vida; mas o uso prolongado ou permanente dos alopáticos, assim como a falta da compreensão dos diversos aspectos internos e externos que nos fazem adoecer, pode levar ao adoecimento e à morte. Por isso, é muito importante que a pessoa soropositiva, em primeira instância, assuma uma postura ativa, de compreender o seu processo de saúde/doença e tome as rédeas desse processo, nunca deixando sua saúde e sua vida "nas mãos de alguém", mas procurando se informar profunda e permanentemente e buscando o acesso a todos os recursos que possam lhe ajudar a reconstruir sua saúde. A falta de recursos da Medicina Natural no sistema público é um fator que limita muito esta possibilidade, mas a literatura existente, dicas dos sites dissidentes e o trabaho voluntário ou a baixo custo de médicos ou terapeutas naturalistas é de grande ajuda para os soropositivos que desejam experimentar esta nova proposta. Poderíamos pensar em formar uma rede de profissionais da área naturalista que queiram fazer um trabalho conjunto nesse sentido. Coloco-me à disposição para somar nessa idéia e ofereço meu e-mail para troca de experiências. Congratulações, Eleonora Vacilotto (Enfermeira, Trofoterapeuta, Fitoterapeuta e Shiatsuterapeuta).

eleonora_poa@hotmail.com

(usei a conta google do meu filho)


# posted by Eleonora : 11:34 AM


O querido Dr. Roberto Giraldo é um SÁBIO E CORAJOSO SER HUMANO.

Ajudemos a divulgar mais e mais o seu grande trabalho, pois isto é necessário.

PODE-SE CONFIAR TOTALMENTE NELE!




Obrigado!


# posted by Ser : 8:26 PM


Quantas pessoas Giraldo e sua turma já matou?


# posted by Ramon : 8:29 AM


Você deveria perguntar isso diretamente a ele, Ramon. Mas, com esta forma de se referir à opinião dele, você arriscaria ser processado por insinuar que ele é um assassino. Afinal, ele não está fazendo nada proibido por lei, o que significa que ele tem o direito de pesquisar outras alternativas quanto à AIDS, ainda mais sendo um cientista e não um desqualificado na área.

Abraços fraternais.


# posted by Paulo Stekel/Danea Tage/Revista Horizonte : 11:42 AM


RAMOM COMO VC É GROSSO...EU ACREDITO EM TUDO Q ELE FALA ...PORQ A VERDADE ESTÁ EM INDIVIDUOS NÃO NESSA SOCIEDADE SUJA.


# posted by katiahare : 10:33 AM


Para mim o maior cientísta da humanidade, Nikola Tesla disse: "O mundo não está preparado para isso, é algo muito além do nosso tempo, mas as leis vão prevalecer e um dia farão sucesso triunfante." Só quem acorda e vê essa esquizofrenia que o Dr. Roberto Giraldo se refere e entende que não existem doenças incuráveis, mas sim, pessoas incuráveis e escolhe viver sem medos e culpa, cura-se não só o corpo, mas também a alma! Parabéns Dr. Roberto, farei parte dessa ONG!


# posted by A. L. : 7:09 AM


Comentário para o tal do Ramon




Vc pergunta quantas pessoas o Dr Giraldo e sua turma mataram ne? Eu te respondo, provavelmente nenhuma... Agora eu te pergunto: quantas milhares de pessoas a ciência tradicional da Aids matou??? Matou sim, matou com diagnósticos equivocados baseados em testes que não testam nada, matou com AZT, matou com ARV, e continua matando, matou com desesperança, com medo, com destruição...


# posted by Blog Brasil : 9:24 AM


Bom, gostei do artigo mas, se não é um virus qual o seu meio de transmissão? Porque quando uma pessoa transa com outra sem prevenção tambem se torna contaminada? acho que uma pessoa quem acredita não ser um vírus poderia fazer um teste e transar com uma pessoa contaminada acredito que nem o doutor Roberto Giraldo teria coragem de fazer esse teste, mas se tiver por favor depois poste aqui para dizer se foi ou não contaminado :D


# posted by Thiago : 9:21 PM


Thiago,




Se vc ler o artigo novamente vai entender o que, segundo o Dr. Giraldo, causa a AIDS. Está bem claro o que ele pensa.




Quanto a contaminar a si mesmo para provar sua teoria, o Dr. Giraldo já propôs à comunidade científica fazê-lo ele mesmo, só que sob observação rigorosa dos cientistas e nenhum aceitou fazer o acompanhamento após. Então, se a ciência não está disposta, ele resolveu não fazer em condições não-científicas, que no final seiram contestadas e não serviriam para provar suas teorias. Creio que ele ainda esteja disposto a isso, se uma banca de cientistas aceitar o monitoramente posterior com todo o rigor do método. Abraços!











8 comentários:

  1. FUI DETECTADO SEMANA PASSADA... TENHO MEDO DE TOMAR ESSAS PORCARIAS DE COQUETEL... EXISTE ALGUM SITE CIENTIFICO QUE AJUDA COM O TRATAMENTO DA MEDICINA ALTERNATIVA PARA PESSOAS DITAS POSITIVAS?

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  2. QUERO AJUDA, SEI QUE DEUS É COMIGO

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  3. Roberto A. Giraldo

    "Em medicina é preciso prestar atenção para não teorização plausível, mas para experimentar e raciocinar juntos ... Concordo que a teorização deve ser aprovado, desde que seja baseada em fatos, e sistematicamente faz suas deduções do que foi observado ... Mas conclusões da razão sem ajuda dificilmente pode ser útil; apenas aqueles extraídos fato observado " - Hipócrates

    http://www.robertogiraldo.com)

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  4. Meu nome é Aminah , era real sério na minha vida como um HIV positivo , quem vai acreditar que a erva pode curar Oito anos HIV no meu corpo e eu estava tendo problema na minha pele em resultado deste vírus , eu nunca acredito que esta vai trabalhar eu tenho gasto muito dinheiro comprando drogas do hospital para me manter saudável e eu estava esperando por essa morte para vir , porque eu era impotente , um dia i duro sobre este grande homem que é bem conhecido de HIV e cura do cancro, eu decidi enviar-lhe , sem saber, para mim que este será o fim do HIV no meu corpo , preparou a erva para mim, e me deu instruções sobre como levá-lo, no final dos cerca de alguns dias, ele disse me para ir para o hospital para um check-up , e eu fui , surpreendentemente , após o teste, o médico confirmou -me negativa , eu pensei que era uma piada, eu fui para outros hospitais não acreditei que sou HIV negativo. Eu realmente quero dar graças a DR . PAUL EMEN por salvar a minha vida , eu nunca acreditei que eu vou ser HIV negativo hoje , por favor, meus queridos amigos , me ajude a agradecer DR . PAUL EMEN para o que ele tem feito na minha vida eu sou grato Sir . se você está tendo mesmo problema por favor entre em contato com ele através deste e- mail ( okonofuatem99@gmail.com ) ou ligue para ( 234 ) 8053794667 ) .
    eu te amo DR . PAUL EMEN eu nunca te esquecer, e eu prometo para compartilhar este testemunho todo lá e em qualquer lugar que eu esteja. obrigado novamente .

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  5. Tudo graças ao Dr. John para a cura , ele me deu ..... Dr. João tradicional curandeiro da via email: usuokhaspiritualtemple@gmail.com
    Sinceramente eu foi testado HIV + positivos últimos 3 anos. Eu continuo a gestão dos medicamentos eu costumo comprar da agência de cuidados de saúde para me manter saudável e fortalecer , eu tentei tudo que eu posso também fazer esta doença me deixe em paz , mas, infelizmente, continuam a comer -me é isso que eu causado a mim mesmo, para permitindo que a minha franca make sexo para me insegura , sem proteção, embora eu nunca soube que ele é HIV positivo. Então últimos quatro dias eu entrei em contato com um artigo animada na internet sobre como esta poderosa Herb Healer levá-la bem e curado. Assim como um paciente eu sabia que esta vontade levou a minha vida um dia , e eu preciso para viver com outros amigos e parentes também. Então eu copiei o Dr. João tradicional curandeiro da via email: usuokhaspiritualtemple@gmail.com e eu enviei -lhe de imediato, em pouco tempo ele me enviar de volta que eu era bem-vindo à sua casa templo estavam por todos o que eu procurar são concedidos . Fiquei por favor nesse momento. E eu continuar com ele, tomou alguns poucos detalhes de mim e me disse que ele deve voltar para assim que ele é através de com o meu trabalho . Fiquei muito feliz em ouvi isso dele . So Yesterday , como eu estava vindo da minha casa de amigos , o Dr. Dr. John me chamou para ir para o check-up no hospital e ver a sua obra maravilhosa que agora é HIV negativo , fiquei muito feliz em ouvir isso dele , então eu rapidamente apressar -se ao hospital mais próximo para descobrir, só de ouvir de meu médico hospitalar chamado HARRISON que eu sou agora HIV negativo . Eu salto para ele com a nota do teste, ele me perguntar como isso acontece e eu diminuir a ele tudo o que eu passei com o Dr. Dr. John agora estou feliz , então eu sou um tipo suave de pessoa que precisa de compartilhar esse testemunho para todos que buscam a cura, porque uma vez que você começa calmo e tranquilo , assim que a doença chegou a terminar a sua vida fora . Então eu vou aconselhá-lo em contato com ele hoje para a sua cura para os detalhes acima : E-mail ID: usuokhaspiritualtemple@gmail.com contatá-lo agora para salvar sua vida, se você quiser fazer qualquer pergunta meu e-mail : fbidept501@gmail.com eu sou tão feliz de modo a responder a qualquer corpo em minhas estátuas formais. queridos novamente graças a DR John pois ele é tão poderoso e prestativo.

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  6. Meu nome é Victoria de Oslo vivendo no Reino Unido, quero testemunhar sobre Dr. Micheal Osas, Deus continuará a abençoá-lo muito mais para as boas obras que você está fazendo na vida das pessoas, vou continuar a escrever bem e postando depoimentos sobre você na Internet, eu tinha testado HIV positivos em 2011 e senti deprimido durante todo este tempo, até que eu vi um blog sobre pessoas curadas de Dr. micheal SAOS com ervas e poderes espirituais, não acreditava, mas eu decidi experimentá-lo, eu o contactou e seguido as instruções dadas para minha surpresa, eu também tenho a minha cura, estou tão feliz de ser curada, então, eu prometi para transmitir esta mensagem ao mundo. Se você tiver algum problema ou você também está infectado com alguma doença como HIV/AIDs, Staphylococcus, Herpes, cancro, por favor, envie e-mail para o dr.Micheal Osas-lo agora herbalcure4u@gmail.com ou herbalcure4u@hotmail.com. Eu respondo por ele 100%, você pode adicionar-me no facebook: coolbabytp ou coolbabytp4u@facebook.com

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  7. Olá,
    Até hoje as pessoas ainda duvidam que a cura para o HIV / AIDS, eu também ainda estava em dúvida até que eu recebi este grande mirracle agora eu sou agora um crente e um atestado de cura do HIV / SIDA.
    Meu nome é Baby, eu sou o último a nascer dos filhos de meu pai meu e-mail é ehiwedob@gmail.com e você pode me seach no facebook. Alguns anos atrás eu fui diagnosticado deste vírus HIV i quase tirar minha própria vida, porque eu estava tão indefeso um amigo meu reffer a um fitoterapeuta e eu realmente era redundantes, mas mais tarde eu decidi colocar uma sonda e entrei em contato com ele depois que ele tem preparou as ervas que ele enviou para mim no meu país através do serviço de correio e eu recebi as ervas em menos de três dias de trabalho e eu usei-o de acordo com a sua receita após sete dias, fui ao hospital para verificar o meu estado de novo, porque eu estava me sentindo diferentemente da maneira que eu usei quando eu estava testou positivo para a minha maior surpresa do estado foi negativo os médicos não havia surpresa e eu estava mais whelmed e desde então eu fui a pessoa mais feliz do mundo. Portanto, meu caro Pare de duvidar e morrendo de dor Eu recomendo que você Dr. Paul EMEN, o seu endereço de e-mail: okonofuatem99@gmail.com OU okonofua_solution_tem99@hotmail.com você também pode chamá-lo de 2348053794667.

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  8. Olá a todos aqui neste fórum eu estou tão feliz que eu tenho este grande oportunidade para vir aqui e compartilhar o meu testemunho sobre como Dr Olori foi capaz de me curar totalmente da doença do HIV, i foram que sofrem desta doença por aproximadamente 3 anos , eu tentei várias maneiras de se livrar deste vírus fora do meu corpo, eu tenho também comprar para tratamento médico do meu médico, mas todos eles fracassaram, algum tempo atrás agora, enquanto eu estava navegando na Internet eu encontrei algumas boas citações a respeito Dr Olori Herbal medicina, e como ele tem sido a usá-lo para salvar as almas de doenças diferentes, incluindo o cancro, alguém também disse que ela estava curada do HIV de seu remédio, e deram as suas dados de contacto no caso de alguém precisa de sua ajuda, eu decidi entrar em contato com o Dr. Olori e eu disse a ele sobre a minha doença Hiv ele me disse para não se preocupar que ele ia me enviar sua fitoterapia tudo o que eu estava a fazer é enviar-lhe os meus dados pessoais e também o meu endereço de casa para que ele possa postar a medicina para mim na verdade, eu fiz tudo o que era necessário por este homem, eu tomei o remédio assim como prescrever por ele, ele me disse para ir para o check-up no hospital que eu fiz e para minha grande surpresa meu médico me disse que o vírus HIV não era mais lá, eu mesmo fui para outro hospital para melhor confirmação de sua ainda era a mesma coisa, hoje eu estou tão feliz que eu sou negativo novamente, Dr Olori me deu motivos para compartilhar lágrimas de alegria, pode chegar ao Dr. Olori em seu endereço de e-mail em (droloriherbalcenter@gmail.com ou droloriherbalcenter@yahoo.com) ou ligue para ele no 2349053311935.
    Você também pode alcançá-lo no site http://drolorimiraclemedicine.webs.com/

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