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terça-feira, 8 de novembro de 2011

O nome de Jesus.

Questiona-se muitas vezes o nome de Jesus Cristo. Segundo certos grupos fanáticos, a única forma correta de chamarmos a Jesus Cristo é pelo hebreu YESHUA HA'MASHIACH (i.e., Yeshua, o Messias). Para alguns ainda, o nome mais primitivo YEHOSHUA é que deveria ser adotado em vez de Yeshua. Segundo os proponentes destes nomes, a única forma certa de chamar Jesus e invocá-lo é por seu nome original.

O problema em si é que nenhum destes é o nome original de Jesus: nem Yeshua, nem Yehoshua. Aqueles que chamam a Jesus por esses nomes não estão chamado ao "Jesus errado". Estão errados, porém, em afirmar que estes eram os nomes pelos quais Jesus era chamado.

O nome original de Jesus é, transliterando-se do grego, IHSOYS (pronúncia: Ieesus).


Veja bem, que o anticristo poderá usar o nome JESUS para enganar os escolhidos!

Então quando disser agradeço a JESUS, diga assim: 

Agradeço a JESUS CRISTO NAZARENO, que morreu numa cruz e ressuscitou no terceiro dia. (Português)
Agradeço a Yeshua ha'Mashiach Netzarim (ou Natsaraya), que morreu numa cruz e ressuscitou no terceiro dia. (Aramaico)

Agradeço a Yehushua haMashiach Nétser, que morreu numa cruz e ressuscitou no terceiro dia.(Atos 26:14,15) (hebraico/Aramaico)

Agradeço a Iesous Χριστός, que morreu numa cruz e ressuscitou no terceiro dia. (grego).



Nos momentos em que o Novo Testamento se refere ao "hebraico" (João 5:2; 19:13,17,20; Atos 21:40; 22:2; Apocalipse 9:11; 16:16), na realidade poderia estar falando do aramaico. Daqui podemos tirar um exemplo muito interessante: em João 19:20 as inscrições estão em grego, hebraico (aramaico) e latim. Grego porque era uma língua regional, aramaico por ser um idioma muito difundido em todo o oriente, e latim por ser a língua do império romano.


A respeito disso existem na Bíblia muitas evidências, como o fato de que os escritores da Bíblia citarem não os textos em hebraico, mas a própria Septuaginta. Basta comparar Atos 7:43 a Amós 5:26. O texto em hebreu está diferente, mas o em grego (da Septuaginta) coincide com o do Novo Testamento. Na realidade, o texto em hebreu que usamos atualmente é da idade média, enquanto a Septuaginta é do século III a.C.


Uma evidência interessante está em outro nome: Tiago em inglês foi traduzido por James. Este nome origina-se de JACÓ, e na Bíblia está escrito como IAKWBOS ("Iakoobas"; Mateus 4:21), vindo do hebreu YAQOV (יַעֲקֹב). Acontece, porém que o mesmo autor que em Mateus 4:21 chama o nome Jacó como IAKWBOS, também o chama como IAKWB ("Iakoob") anteriormente (Mateus 1:2), usando o mesmo nome que é encontrado na Septuaginta.



A explicação para este fenômeno é justamente mais uma prova de que o Novo Testamento foi escrito em grego. O final -OS adicionado ao nome é um morfema típico dos nomes gregos masculinos quando estão no caso Nominativo. Mas nós sabemos que o nome Jacó é hebreu, e não grego. Portanto, só foi preciso adicionar -OS ao nome quando o povo hebreu precisou começar a falar (e não apenas a escrever) em grego. Deste modo, o autor do Evangelho de Mateus usa primeiro o nome primitivo, em alusão à Septuaginta, porque este era o nome original com o qual o antepassado era conhecido, usando apenas letras gregas. Já posteriormente, o mesmo nome é escrito também usando da morfossintaxe grega, por ser este o modo como o autor do Evangelho ouvia o nome nas ruas.


Deste modo, fica evidente o fato de que o Novo Testamento foi escrito em Grego koine. Nele, a primeira vez que o nome de Jesus aparece é em Mateus 1:1, e é escrito como IHSOYS.


Pela fonética Grega, o encontro OY (ómicron + úpsilon) é pronunciado como o nosso "u" português (diferentemente do úpsilon, lido como o "u" francês). Além disso, o Eta (H) é pronunciado como um "e longo". Assim, o nome IHSOYS é pronunciado como "Ieesus".


O nome de Jesus escrito em Latim é JESUS, porque é assim que se translitera do Grego para o Latim. Pode parecer estanho substituir um "I" (iota) por um "J" (jota), mas acontece que no latim originalmente não existe diferença entre o som do "I" e o som do "J". Eram apenas formas diferentes de escrever a mesma vogal. Somente muitos séculos depois da morte de Jesus é que percebeu-se que o I estava se pronunciado de dois modos diferentes, e assim separou-se sistematicamente o "I" do "J".

Deste modo, Jesus é o nome original, mas transliterado para o Latim. No Grego, seria IHSOYS (iota-eta-sigma-ómicron-úpsilon-sigma).

Quanto ao epíteto Cristo, vem, também do Grego, de XRISTOS, e significa "ungido". Este era o termo pelo qual os judeus falantes de língua grega já chamavam ao Messias (mas também a reis e sacerdotes hebreus) ao menos três séculos antes de Cristo. Em Daniel 9:25, este é o termo encontrado (no genitivo XRISTOY). Confira (no genitivo):


καὶ γνώσῃ καὶ συνήσεις ἀπὸ ἐξόδου λόγου τοῦ ἀποκριθῆναι καὶ τοῦ οἰκοδομῆσαι Ιερουσαλημ ἕωςχριστοῦ ἡγουμένου ἑβδομάδες ἑπτὰ καὶ ἑβδομάδες ἑξήκοντα δύο καὶ ἐπιστρέψει καὶ οἰκοδομηθήσεται πλατεῖα καὶ τεῖχος καὶ ἐκκενωθήσονται οἱ καιροί



Apenas mais umas considerações sobre como o nome de Yeshua para Jesus:

Qual a verdadeira origem do nome Jesus ?

I O nome português Jesus vem do latim Jesus.

Jerônimo quando traduziu a Bíblia na versão conhecida como Vulgata usou o original hebraico para traduzir o VT e uma versão chamada de Antiga Latina junto com algumas outras versões em grego para traduzir o NT. A versão Septuaginta (grega) que traduzia o nome aramaico Yeshua como Iesous serviu de base para a tradução da Antiga Latina.

A forma latina "Iesus", que aparece na Vulgata Latina de Jerônimo, não foi inventada ou criada por Jerônimo, como afirmam erroneamente os adeptos do Nome Yehôshuah, mas é simplesmente uma transliteração natural do grego para a escrita latina. Ou seja: do Grego para o Latim

I= J
E = E
S = S
OU = U
S = S
Obs: O ditongo grego ou soa como u, por isso, Iesous, foi abreviado para Iesus. Do Latim para o Português: I = J
E = E
S = S
U = U
S = S




João 19:20


20 E muitos dos judeus leram este título; porque o lugar onde Jesus estava crucificado era próximo da cidade; e estava escrito em hebraico, grego e latim.



PARA SABER MAIS VEJA:






Prova Histórica de que o Messias era chamado de Iesous no 1º século da era cristã. Uma fortíssima prova a qual podemos invocar aqui vem da pena do mais famoso historiador judaico - Flávio Josefo. Josefo foi contemporâneo do Mashiach e viveu até 98 d.C.


É considerado um dos melhores historiadores antigos. Falava o hebraico, o latim e o grego. Como Historiador conhecia muito bem a história e os deuses dos povos pagãos como deixa bem claro em sua obra "História do Hebreus". Suas obras sobre o povo judeu é uma preciosidade histórica da vida helênica no primeiro século. Em seu livro, "Antiguidades Judaicas", ele faz algumas referências a Jesus. Em uma delas, ele escreve:


"Por esse tempo apareceu Jesus, um homem sábio, que praticou boas obras e cujas virtudes eram reconhecidas. Muitos judeus e pessoas de outras nações tornaram-se seus discípulos. Pilatos o condenou a ser crucificado e morto. Porém, aqueles que se tornaram seus discípulos pregaram sua doutrina. Eles afirmam que Jesus apareceu a eles três dias após a sua crucificação e que está vivo. Talvez ele fosse o Messias previsto pelos maravilhosos prognósticos dos profetas" (Josefo, "Antiguidades Judaicas" XVIII,3,2). Em outros lugares Josefo também registra a execução de João Batista (XVIII,7 ,2) e o martírio de Tiago, irmão de Jesus que era "chamado Mashiach" (XX,9,1). "...Assim reuniu um conselho de juízes, perante o qual trouxe Tiago, irmão de Jesus, que era chamado Mashiach, junto com alguns outros, e, tendo-os acusado de infração à lei, entregou-os para serem apedrejados".


Perceba que Josefo escrevendo sobre o Mashiach (Ungido ou o Cristo) e seus seguidores não o chama de Yehoshuah, mas de Iesous, pois Josefo escreveu em grego. Se o nome Iesous fosse pagão, claro que Josefo iria relatar isto neste trecho! Mas o caso é que ele sabia que o nome Iesousnão era pagão e Yeshuah podia ser transliterado para Iesous. Ele definitivamente identificou o líder dos cristãos, o Messias, como Iesous ou em bom português tornou-se Jesus Cristo.

NÃO PRECISAMOS DE EDUCAÇÃO !!!!

NÃO PRECISAMOS DE EDUCAÇÃO
PARA QUE SER UM PAIS DE 1° MUNDO, SE ESTÁ BOM ASSIM.




Ronaldinho Gaúcho: R$ 1.400.000,00 por mês.
"Homenageado na Academia Brasileira de Letras"... LETRADO ELE

Tiririca: R$ 36.000,00 por mês, fora os auxílios e mordomias;
"Membro da Comissão de Educação e Cultura do Congresso"...COMO DIZ OS GAUCHOS 
- TCHÊ...  QUE TAL?
TRADUZINDO, O SALÁRIO DO PALHAÇO AI, PAGA SÓ 30 PROFESSORES, E PARA AQUELES QUE ACHAM QUE EDUCAÇÃO NÃO É IMPORTANTE, CONTRATA O TIRIRICA PARA DAR AULA PARA SEU FILHO.

Um funcionário da Sadia (nada contra) ganha hoje o mesmo salário de um ACT ou um professor iniciante, levando em consideração para trabalhar na empresa você precisa ter o fundamental, ou seja, de que adianta estudar, fazer pós e mestrado?

Piso Nacional dos professores: R$ 1.187,00...
Moral da História:
Os professores ganham pouco, porque só servem para nos ensinar coisas inúteis como: 
ler, escrever e pensar.
Sugestão:
Mudar a grade curricular das escolas, que passaria a ter as seguintes matérias:
-Educação Física: Futebol
-Música: Sertaneja, Pagode, Axé
-História: Grandes Personagens da Corrupção Brasileira
                  Biografia dos Heróis do Big Brother
             Evolução do Pensamento das "Celebridades"
-História da Arte: De Carla Perez a Faustão
-Matemática: Multiplicação Fraudulenta do Dinheiro de Campanha
Cálculo Percentual de Comissões e Propinas
-Português e Literatura:
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-Biologia, Física e Química:
 Excluídas por excesso de complexidade

Está bom ou quer MAIS??
ESSE É O NOSSO BRASIL!! 


Olha o absurdo no Rio de Janeiro (que não é diferente no resto do Brasil)BOPE R$ 2.260,00..... para Arriscar a vida; Bombeiro R$ 960,00..... para Salvar vidas;Professor R$ 728,00.......para Preparar para a vida;Médico R$ 1.260,00....... para Manter a vida;
E o Deputado Federal?
Ganha R$ 26.700,00 para FERRAR a vida de todo mundo!

Como escapar do Juízo Final?



Como escapar do Juízo Final?
A Palavra de Deus descreve como será o Juízo Final: “E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante do trono, e abriram-se os livros; e abriu outro livro que é do da vida; e os mortos foram julgados pela coisas que estavam escritas nos livros , segundo as sua obras.” (Apocalipse 20:12) “E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo.” (Apocalipse 20:15)
Veja a seguir esta Mensagem em quadrinhos que tem ajudado milhares de pessoas a ganhar a VIDA ETERNA e escapar do Juízo Final, leia com atenção e tome sua decisão enquanto há tempo:
Você pode até viver sem Jesus,… Duro será morrer sem Ele!
Você pode até viver sem Jesus,… Duro será morrer sem Ele!
Agora assista este Vídeo que pode te ajudar a entender melhor:

domingo, 6 de novembro de 2011

Entendendo Malaquias 3





           Em Malaquias 3.10, o Senhor ordenou levar os dízimos para a casa do tesouro, para que houvesse mantimento na sua casa, doutrinando assim que, guardando os seus preceitos haveria suprimento para as necessidades habituais. Porem, no Novo Testamento, o Senhor Jesus assegura que igreja não é prédio, mas nós somos a sua igreja  (Efésios 1.22,23). E no livro de Atos 7.48 e 17.24 a Palavra afirma que Deus não habita em templos feitos por mãos de homens.


                É óbvio que não havendo habitante a casa está vazia. Então perguntamos, sendo nós a igreja de Cristohabitando Deus em nossos corações pelo seu Espírito Santo, para onde deveríamos levar os dízimos, ainda que fossem remanescentes na graça?  
Para tanto, a Palavra na carta aos Hebreus 10.1 refere-se a lei de Moisés como uma alegoria, ou seja, sombras dos acontecimentos futuros e não a imagem exata das coisas, e nisso vem a revelação sobre a ordenança de levar os dízimos para a casa do tesouro, porque em Hebreus 3.5, 6 diz:
Na verdade, Moisés foi fiel em toda sua casa, como servo, para testemunho das coisas que haviam de acontecer. Mas Cristo, como Filho sobre a sua própria casa, a qual casa somos nós, se tão somente conservarmos firmes a confiança e a glória da esperança até o fim.
Portanto amados, nesta Palavra vem a confirmação revelada que nós somos o templo do Espírito Santo de Deus, porque está escrito: Cristo, como Filho sobre a sua própria casa, a qual casa somos nós, ratificado em Malaquias 3.17, onde a Palavra descreve: E eles serão meus, diz o Senhor dos Exércitos, naquele dia que farei, serão para mim particular tesouro; poupá-los-ei como um homem poupa a seu filho que o serve.
Sabemos que para Deus, toda criatura é um tesouro, mas no tocante ao grande dia da vinda de Cristo para julgar os vivos e mortos, o Senhor demonstra um afeto especial para os que preservam os seus mandamentos e os trata carinhosamente como seu particular tesouro.O que nos faz conhecer a finalidade, pela qual o Senhor ordenou que os dízimos fossem conduzidos para a casa do tesouro, para que nenhum dos seus (os justos) fossem desamparados e nem a sua descendência a mendigar o pão (Salmos 37.25).
No que também justifica a preocupação e o zelo do Senhor Jesus para com os desprovidos, descrito no Evangelho de Mateus 6.1-4, onde Ele recomenda auxiliar aos necessitados com caridade, ensina a proceder com discrição para não se assemelhar aos hipócritas das sinagogas, e promete recompensar publicamente os que assim procederem, fazendo o bem em segredo. E diferentemente do dízimo, na era da graça Senhor Jesus não estipulou percentual ou limite para aplicação desse mandamento, o amor ao próximo, em forma de caridade.
No capítulo 3 do livro de Malaquias Deus promete bênçãos materiais para os cumpridores da lei, no entanto, é rigoroso quando se refere ao dízimopor ser a garantia de alimento em abundância. Pagava-se o dízimo para ser recompensado materialmente, mas Jesus Cristo, em sacrifício vivo, pagou o mais alto preço pela nossa libertação com o seu próprio sangue, para que recebamos a sua paz, a graça e a oferta da vida eterna. 
E, por isso, não precisamos mais pagar o dízimo para garantir as necessidades cotidianas das coisas materiais (alimento, vestes, etc.), porque Jesus priorizou as coisas que vem do Alto, a vontade do Pai, e recomendou buscar primeiramente o Reino de Deus e sua justiça e as demais coisas serão acrescentadas (Mateus 6.25-33). Porque Ele é quem nos dá a vida, a respiração, e todas as coisas (Atos 17.25).  
                           ROUBARÁ O HOMEM A DEUS?
Malaquias 3.7-9 diz: Desde os dias de vossos pais, vos desviastes dos meus estatutos e não os guardastes; tornai vós para mim, e eu tornarei para vós, diz o Senhor dos Exércitos; mas vós dizeis: Em que havemos de tornar? Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas alçadas. Com maldição sois amaldiçoados, porque me roubais a mim, vós, toda a nação.
Amados, hoje não se aplica mais essa ordenança aos verdadeiros servos de Cristo. Porque vivemos pela graça e não mais sob o jugo da lei, por isso, é impossível o servo roubar a Deus nos dízimos e ofertas. Porque se alguém, por falta de entendimento ainda se faz dizimista, está errando por cumprir uma lei abolida pelo sacrifício de Cristo, mas não está roubando a Deus. Como também não roubam a Deus, os que não dizimam, porque é uma ordenança da lei, tornando-se intempestiva na era da graça.
Mas, se ainda existe alguém com probabilidades de roubar a Deus nos dízimos e nas ofertas, certamente não são as suas ovelhas, mas os administradores desses montantes, especificamente os dirigentes das instituições religiosas, os quais acumulam para si, fortunas, tiradas do lombo dos servos.
E o mais lastimável em tudo isso, os eruditos que fazem a mídia no meio dos evangélicos exumaram uma lei extinta, a maquiaram e adaptaram-na ao sacrifício do Cordeiro Deus, em benefício próprio. Então perguntamos: Se precisamos voltar às fábulas judaicas, qual o discernimento de doutrina sobre a Palavra do Senhor Jesus (João 13.34), ao pronunciar: Um Novo mandamento vos dou?
A atual situação dos que se dizem crentes, mas sem compromisso com o Evangelho de Cristo é preocupante, porque a palavra adverte: Ai dos que  procedem usando o sangue do Senhor Jesus com malícia e avareza, porque na vinda de Cristo, haverá pranto e ranger de dentes, ou seja, muita dor (Mateus 7.21-23).
                   COMO REPREENDER AO DEVORADOR?
Malaquias 3.11, descreve: E, por causa de vós, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; e a vide no campo não vos será estéril, diz o Senhor dos Exércitos.
Na vigência da lei de Moisés, a Palavra através do profeta Malaquias advertiu com seriedade os sonegadores do dízimo sobre as conseqüências que haviam de acontecer, ou seja, ficavam indefesos diante da ação do devorador, pela inobservância às ordenanças da lei, relativo ao dízimo.
Mas quando o Senhor Jesus rendeu o seu espírito a Deus na cruz do Calvário, o véu do templo rasgou-se de alto abaixo  e a lei foi sucumbida definitivamente (Mateus 27.51). Isso significa que, consistindo o dízimo elemento de uma lei ineficaz, torna-se inválido, pois, hoje vivemos pela graça e ninguém precisa pagar mais nada, porque Cristo já pagou o mais alto preço com o seu próprio sangue (Apocalipse 5.9), para salvar o homem do pecado e da morte.
Mesmo assim, ainda é comum alguns lideres religiosos usarem o texto do capítulo 3 de Malaquias, para chantagear as ovelhas que deveriam apascentar, referente ao terrível combate do devorar sobre os que não dizimam, escondendo-se atrás de uma lei abolida, para manter o dízimo em evidência.  
Porem, a implementação do dízimo no Novo Testamento é um equívoco absoluto, porque na era da graça, alem de não haver ordenança para o dízimo, também não se repreende mais o devorador pelo cumprimento às leis do Antigo Testamento, porque na carta aos Efésios 6.10-18a Palavra ensina a nos revestirmos da couraça de Deus para não sermos atingidos pelos dardos inflamáveis do inimigo, independente do cumprimento de qualquer item da lei, porque a nossa luta não é contra a carne e nem o sangue, mas contra as hostes (exércitos) das potestades do mal.
A Palavra da Nova Aliança instrui que a repreensão aos demônios tem que ser em nome do Senhor Jesus (Marcos 16.17, 18 e Lucas 10.17), com jejum e oração (Marcos 9.29), e principalmente através da fé (Mateus 17.19, 20). Porque o diabo é inimigo do povo de Deus, e anda ao derredor, bramando feito um leão, buscando a quem possa a tragar (I Pedro 5.8), para tanto, sujeitai-vos a Deus, resisti ao diabo e ele fugirá de vós (Tiago 4.7).
Portanto amados, o ensinamento sobre repreender o devorador através do compromisso com o dízimo, oferta ou bens materiais é um engodo, sendo que a Palavra assegura que só seremos revestidos da armadura de Deus, pela oração, jejum, santificação, obediências ao Evangelho de Cristo (I Coríntios 15.1, 2), porque o legado do Senhor Jesus recomenda  a guardar os mandamentos de um Novo Testamento, não mais feito por ritual e ordenança material, mas constituído pela aspersão do seu próprio sangue (Mateus 26.27, 28).  
                    CRISTO É O ALIMENTO ESPIRITUAL
A Palavra de Malaquias 3.10 veio em figura e não pode haver cobiça das coisas materiais amparado neste versículo, porque vindo Jesus Cristo, o sumo sacerdote dos bens futuros, por um maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, mas pelo seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção (Hebreus 9.11, 12).
 Por isso, Jesus é o Pão que desceu do céu, não mais para conservação da vida material por um período efêmero, mas por uma causa maior e mais sublime esperança. Ele é o Pão Vivo que veio para nos dar a perpetuação da vida eterna, cuja promessa é a Nova Jerusalém.   
Disse Jesus: Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome; e quem crê em mim nunca terá sede.  Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim tem a vida eternaQuem de mim se alimenta, também por mim viverá (João cap. 6). 
E para entendermos melhor a profundeza da palavra do Senhor, vamos meditar no livro de Mateus 26.26-28, chegada a hora de Jesus, e participando com os doze da última páscoa, e a consagração da primeira ceia, enquanto comiam, Jesus tomou o pão, e, abençoando-o, o partiu, e o deu aos discípulos, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo.
E, tomando o cálice (vinho) e dando graças, deu-lho, dizendo: Bebei dele todos. Porqueisto é o meu sangue, o sangue do Novo Testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados.
Jesus elucida através do pão, a oblação do seu corpo rasgado na cruz, e o vinho, o seu sangue para lavar os nossos pecados. O nascer de novo pela aspersão do seu sangue, que por muitos foi derramado, para remissão dos pecados e salvação da vida eterna.